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Amazonas terá investimento de R$150 mil para atualização de acervo de livros

Ação faz parte do Programa de Atualização e Ampliação de Acervos de Bibliotecas de Acesso Público da Fundação Biblioteca Nacional 02/02/2012 às 16:53
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O investimento de R$150 mil devem ser empenhado na compra de títulos de baixo preço
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O Amazonas é um dos estados contemplados pelo Programa de Atualização e Ampliação de Acervos de Bibliotecas de Acesso Público, projeto coordenado pela a Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC).  O investimento de R$150 mil devem ser empenhado na compra de títulos de baixo preço cadastrados no Portal do Livro da FBN (www.bn.br/plbn).

A lista completa dos títulos oferecidos também pode ser encontrada no Portal do Livro da FBN. Ao todo, cerca de 2.700 bibliotecas públicas estaduais, municipais, comunitárias, rurais e pontos de leitura do país já começaram a escolher os livros preferidos por seus usuários entre os mais de 10 mil títulos inscritos no Cadastro Nacional de Livros de Baixo Preço.

Os valores destinados a cada biblioteca foram contabilizados levando-se em conta diversos critérios, como população atendida e infraestrutura oferecida. As bibliotecas comunitárias, rurais e pontos de leitura receberão o valor fixo de R$ 4,1 mil para investimento. Já as bibliotecas cadastradas, na média geral, receberão R$ 7.750,00 para aquisição de livros, “valor muito acima da média histórica de investimento do Ministério para aquisição de acervo”, afirma o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, lembrando que a decisão de se priorizar aquelas que oferecem boa infraestrutura aos leitores “é uma forma de se estimular a melhoria das bibliotecas”.

O Programa, criado pelo presidente da FBN, traz ainda uma grande novidade: o protagonismo das bibliotecas na escolha dos livros que irão compor seu acervo.  “Este é um momento único no setor da biblioteconomia brasileira. Com o Programa de Atualização de Acervos estamos criando um novo paradigma no setor. Agora, cada bibliotecário é que será responsável por escolher os livros que estarão nas prateleiras, respeitando assim as particularidades e dos seus leitores”, afirma Galeno Amorim.