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Arte amazonense sai em turnê pelo Nordeste

A 'Arte Contemporânea do Amazonas' viaja pelo Brasil composta por 55 obras de 20 artistas amazonenses 27/10/2012 às 10:36
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Algumas das obras amazonenses que participam da exposição “Arte Contemporânea no Amazonas”
Mellanie Hasimoto ---

O talento amazonense expande suas fronteiras ao participar de exposições que viajam pelo Brasil. Exemplo disso é a “Arte Contemporânea do Amazonas”, composta por 55 obras de 20 artistas amazonenses e que, depois de uma temporada no Museu Nacional dos Correios, em Brasília, vai percorrer o Nordeste do Brasil ainda no próximo mês.

Primeiro Recife, depois Fortaleza, com possibilidades de que as obras cheguem a Santa Catarina mais para frente. Com curadoria do francês Romaric Sulger Büel e patrocínio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Cultura do Amazonas (SEC), as peças fizeram parte da Pré-Bienal de Artes do Amazonas, que aconteceu entre os meses de março e maio deste ano. “Arte Contemporânea do Amazonas” é apenas uma amostra do que ainda está por vir com a Primeira Bienal de Artes do Amazonas, prevista para acontecer em 2013.

Artistas

De acordo com Marco Antônio de Araújo, da L’Escalier Romaric, “a exposição será itinerante”, pois a SEC tem o interesse em divulgar os artistas do Amazonas, tornando-os conhecidos e realizando o intercâmbio cultural entre os artistas e a população dessas capitais.

A fauna e a flora da região, paisagens urbanas, arte abstrata e diversas linguagens marcantes  estão presentes na exposição.

Conhecidos na região e até fora do País, os quadros de Francimar Barbosa, Jair Jacqmont, Jandr Reis, Nelson Falcão, Otoni Mesquita, Eli Bacelar, José Stênio, Turenko Beça, Mário de Paula, Rita Loureiro, Pedro Falabella, Hahnemann Bacelar, Óscar Ramos, Manausmacaco, Sérgio Cardoso, Buy Chaves, Cristovão Coutinho, Rui Machado e Moacir de Andrade e Zeca Nazaré fazem parte da mostra.

Seguindo em frente

Os trabalhos da exposição  ficam em Brasília até o próximo dia 4 de novembro, no Museu Nacional dos Correios. Depois dessa temporada, as obras vão para os espaços culturais dos Correios na capital alagoana, seguida pela temporada em Fortaleza.