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Caixa Cultural promove mostra inédita de filmes sobre arte de rua

São cerca de 30 documentários, filmes experimentais e de ficção, que serão exibidos até o dia 4 de novembro 23/10/2012 às 08:56
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Caixa Cultural no Rio apresenta Caradura
Paulo Virgilio - Agência Brasil Rio de Janeiro

Pela primeira vez no Brasil, as manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, que têm no grafite sua expressão mais conhecida, são tema de uma mostra de cinema. A partir desta terça-feira (23), a Caixa Cultural no Rio apresenta Caradura – Mostra Internacional de Filmes de Arte Urbana, com uma seleção de curtas, médias e longas-metragens que retratam esse movimento artístico, presente hoje em todas as grandes cidades do mundo.

São cerca de 30 documentários, filmes experimentais e de ficção, que serão exibidos até o dia 4 de novembro, quando a primeira edição do Caradura terminará com um debate sobre a arte urbana no Brasil. Na programação, estão trabalhos de cineastas renomados, como os franceses Chris Marker e Agnés Varda, e o documentário Style Wars, premiado no Festival de Sundance, nos Estados Unidos, em 1984.

Para o curador da mostra, o chileno Pablo Aravena, a iniciativa é muito importante para fomentar a produção audiovisual sobre a arte urbana brasileira, “tão reconhecida e admirada fora do país”. Apenas dois longas - Pixo e Luz, Câmera e Pichação - e quatro curtas a serem exibidos na mostra são produções brasileiras. “A realização de filmes sobre esse tema ainda é algo muito novo no país”, afirma Aravena, produtor e curador de arte de rua que vive em Montreal, no Canadá.

As sessões da Mostra Internacional de Filmes de Arte Urbana serão de terça-feira a domingo, às 14h, 16h e 18h, com ingressos a R$ 2 e R$ 1, a meia-entrada. A Caixa Cultural fica na Avenida Almirante Barroso, 25, no centro do Rio. A programação completa do evento está disponível no site www.caixacultural.com.br.

 Os candidatos também divergiram sobre os gastos militares. Ronmey acusou Obama de tornar o país menos seguro por propor um corte de gastos de US$ 1 trilhão no orçamento de defesa americano.

Ronmey apontou que a Marinha norte-americana é a menor desde 1917 e que a Força Aérea dos Estados Unidos está mais enxuta do que quando foi criada, em 1947. "Acho que o governador Romney não passou muito tempo estudando como funcionam as Forças Armadas", disse Obama.

Para o presidente, o investimento de US$ 2 trilhões nas Forças Armadas, proposto por Romney, é incongruente com seu plano de corte de US$ 5 trilhões em impostos e reequilíbrio orçamentário.

A América Latina foi mencionada apenas uma única vez. Romney citou seu plano de cinco pontos para reviver a economia norte-americana, dos quais um é elevar o comércio exterior, principalmente com os vizinhos.