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Cante comigo: qual o segredo de uma boa cantada?

Para saber o que elas e eles pensam do assunto, o A CRÍTICA perguntou a homens e mulheres sobre suas preferências quando o papo é cantada. Confira o resultado dessas conversas e saiba como cantar sem desafinar no tom da paquera 21/03/2013 às 08:55
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Os modelos fotografados dessa matéria, gentilmente cedidos pela Agência Em Visão, também entraram na roda e falaram o que pensam sobre a estratégia de sedução
Felipe De Paula Manaus, AM

O brasileiro é criativo por natureza. No campo da paquera, então, é que não haveria de ser diferente. É claro que, quando a cantada perde a graça e cai no ridículo, pode criar uma séria barreira entre a pessoa e seu pretendente. Mas, quando gentis e inteligentes, geralmente são bem aceitas e podem até resultar em namoro, ou, ao menos, num sorriso como prêmio de consolação. Menos mal.

Para saber o que elas e eles pensam do assunto, o A CRÍTICA perguntou a homens e mulheres sobre suas preferências quando o papo é cantada. Confira o resultado dessas conversas e saiba como cantar sem desafinar no tom da paquera.

O que eles dizem

Os modelos fotografados dessa matéria, gentilmente cedidos pela Agência Em Visão, também entraram na roda e falaram o que pensam sobre essa estratégia de sedução muito comum entre os brasileiros.

Karen Viviane, 26, conta que de tanta cantada que recebe, “fica até difícil escolher”, mas disse que prefere as cantadas elegantes às insinuações maliciosas. “O homem tem que perceber o momento, até para que a mulher não passe por chata”, diz ela, revelando que seu primeiro namorado ela conheceu através de uma cantada. “Eu estava numa parada de ônibus, quando ele parou e perguntou se ele poderia ser meu motorista”, diverte-se ela.

Para Makssuel Santana, 20, a “cantada prontinha” não é lá sua praia, preferindo uma abordagem mais criativa. “Melhor é inventar alguma coisa, né?”, diz ele, acrescentando que o bom humor é uma boa estratégia de aproximação, mas que o clima é o que conta mais. “Não é só a cantada. Tem ter conteúdo”.

Concorda com ele a jovem Mirella Freitas, 16. Para ela, o pós-cantada é que faz a diferença, mas o ambiente da paquera, propício ou não para tal, também deve ser considerado. “Como modelo, nós acabamos recebendo muita cantada. Mas não acho que o trabalho seja o momento certo pra isso”, diz ela, que ainda assim, costuma levar as cantadas engraçadinhas na esportiva. “O que é inaceitável é aquela em que não há pudor, afinal, a pessoa nem conhece você”, argumenta.

Questão de gênero?

Questionadas se as meninas também entendem do assunto, as respostas das entrevistadas foram as mais curiosas. Para Karen Viviane, o homem geralmente toma a iniciativa, mas a mulher também tem o direito de fazê-lo. Já para Mirella, quando em grupo, as meninas tendem a ficar mais desinibidas. “Já até retribuí a cantada com outra”, diz ela.