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Carioca lamenta 'coice' de Jô, revela origem do Boris e anuncia seu próximo alvo: Lobão

Além do reconhecimento do público, a alegria é ainda maior porque o alvo da imitação, o jornalista Boris Casoy, já deu alguns depoimentos elogiando Carioca 05/06/2012 às 18:46
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O humorista Carioca caracterizado como Boris Casoy
UOL/TELEVISÃO ---

Caracterizado como Boris Casoy, Marvio Lucio, o Carioca, percebe o sucesso do personagem que criou ao caminhar dentro da própria Band. Do camarim até o estúdio 4, onde é gravado o “Pânico”, a todo momento, algum funcionário da emissora se aproxima e diz “boa noite, boa noite”, imitando o imitador.

Além do reconhecimento do público, a alegria é ainda maior porque o alvo da imitação, o jornalista Boris Casoy, já deu alguns depoimentos elogiando Carioca. “Quando eu li que o Boris curtiu, foi o maior tesão. Rebateu nele. Eu o vi feliz. É isso que gratifica”, diz Carioca.

Numa sexta-feira, dia de gravação do programa, a reportagem do UOL assistiu ao longo processo de caracterização que transforma Carioca em Boris. Enquanto o maquiador Anderson Montes, o Dinho, trabalhava, o humorista deu um depoimento bacana.

A arte da imitação - Sou muito perfeccionista com a caracterização. Como não desenho nada... consigo, mais ou menos, fazer o mesmo trabalho de um chargista. Precisa ter um certo exagero. Você reconhece e ri... Imitar é um dom, velho. Engloba muita coisa. Eu gosto de encantar. Imitar é uma coisa que impressiona as pessoas.  O meu lance é convencer. Imprimir. Se eu fico perto, melhora muito a minha imitação. Eu chamo a atenção para aquilo que você não vê, mas depois você vai reconhecer.

Jô Suado - Não me importa tanto o reconhecimento, mas levar um coice daqueles... Tentaram me convencer a continuar com o Jô até os 49 minutos do segundo tempo. Você acaba se envolvendo sentimentalmente. Não faço isso pra sacanear o cara. Não tô aqui pra ridicularizar. O mínimo era ele (Jô) me cumprimentar, me dar um autógrafo. Tenho o barato de fazer, mas se a pessoa gosta aquilo me dá uma energia... O Amaury pirou com a minha imitação. Ele pediu para eu fazer o prefácio do livro dele.

As influências para o Boris - Depois do Jô, pensei, precisava fazer uma coisa que impressionasse. Fiquei olhando uns quatro meses (para o Boris). E coloquei várias outras pessoas no Boris. Meu pai me mostrou uns vídeos do Zé Trindade. Tem o Costinha e tem também o Rony Rios (que fazia a "Velha Surda" na "Praça É Nossa"). Trabalho no Brasil. Tem muita coisa legal no Brasil. Peguei um pouco de cada um e homenageei. O próprio Jô, se você conhecer o meu tio Ivaldo, você vai mijar de rir. Tem muito do meu tio no Jô. Misturei muito. 

Primeiras imitações - Já perdi a conta de quantas pessoas imitei. Faço imitação desde os 9 anos. Tinha um programa do Agildo Ribeiro, eu via e imitava os tipos. O Gil Gomes eu ficava em casa imitando... Foi o meu primeiro grande desafio. E eu consegui.

Política - Tentei ser político. Em 1994, me filiei na Juventude do PMDB. Curto o jogo político. Sei mais de política do que do “Pânico”.