Publicidade
Entretenimento
Vida

Celdo Braga é homenageado em show em comemoração aos 30 anos de carreira

Algumas das personalidades que fizeram questão de prestar uma homenagem foram os escritores Tenório Telles e Thiago de Mello, os cantores Armando de Paula, Célio Cruz e Maria de Jesus Sales e os alunos da Escola Municipal Antônio Matias Fernandes, além dos antigos companheiros do grupo Raízes Caboclas 26/11/2012 às 08:06
Show 1
Amigos: homenagens não faltaram para Celdo Braga
Rafael Seixas Manaus, AM

Uma das primeiras perguntas feita pela reportagem ao poeta e compositor Celdo Braga, após o show comemorativo pelos seus 30 anos de carreira foi: “Como se sente em ter tantas pessoas lhe homenageando?”. Ele respondeu: “Como disse o Eliberto (Barroncas), isso é a colheita. Quem planta colhe”. Realmente, em sua trajetória artística, o poeta amazonense colheu vários amigos e admiradores, como foi comprovado no evento, realizado no Teatro Amazonas, na última sexta-feira.

Algumas das personalidades que fizeram questão de prestar uma homenagem foram os escritores Tenório Telles e Thiago de Mello, os cantores Armando de Paula, Célio Cruz e Maria de Jesus Sales e os alunos da Escola Municipal Antônio Matias Fernandes, além dos antigos companheiros do grupo Raízes Caboclas: Raimundo Angulo, o Cafuringa; Eliberto Barroncas, irmão de Celdo; Otávio Borba e Júlio Lira.

Repertório

Acompanhado de sua banda atual, o Imbaúba, que explora uma musicalidade orgânica, buscando referências no canto dos pássaros e nos sons do cotidiano do homem caboclo, o compositor, natural do município de Benjamin Constant, tocou diversas músicas que estão nos cinco álbuns do conjunto e algumas composições de sua autoria – que foram gravadas por outros artistas.

Saudade

Um dos momentos marcantes foi quando Roberto Lima, integrante do Imbaúba, cantou uma das canções de Manduka, filho de Thiago de Mello, falecido em 2004. Contundo, como era de se esperar, o show ganhou outro patamar com a entrada dos integrantes do Raízes Caboclas, que relembram sucessos como “Banzeiro” e “Paneiro”. 

Foi bonito presenciar este reencontro, apesar de dois integrantes do Raízes Caboclas,  Osmar Oliveira e Adalberto Holanda, não terem aceitado participar da celebração de 30 anos de carreira de Celdo Braga. Se depender de Cafuringa, este reencontro pode acontecer outras vezes, porque o mais importante de tudo é a paz, a amizade e o amor que ambos (ele e Celdo) têm um pelo outro. Assim como num dos trechos da música “Paneiro”, a plateia do Teatro Amazonas pôde ver “como é bela a união”.