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Ciranda Flor Matizada encerra festival em Manacapuru

A 16ª edição do festival de Cirandas de Manacapuru começou na sexta-feira (24) com a apresentação da atual campeã, Guerreiros Mura. Nesse sábado (25), quem brilhou foi a ciranda Tradicional 26/08/2012 às 22:59
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De acordo com o presidente da Flor Matizada, Alexandre Queiroz, serão 120 cirandeiros e seis alegorias mostrando ao público as maravilhas dos municípios contemplados pela construção da ponte Rio Negro
JOELMA MUNIZ Manaus

A 16ª edição do Festival Folclórico de Cirandas de Manacapuru termina neste domingo (26) com a apresentação da ciranda Flor Matizada, que defende o tema “Elo do Rio Negro e os encantos de um novo El Dorado”. A ‘lilás e branco’ promete inovar na arena do Parque do Ingá.

De acordo com o presidente da Flor Matizada, Alexandre Queiroz, serão 120 cirandeiros e seis alegorias mostrando ao público as maravilhas dos municípios contemplados pela construção da ponte Rio Negro, que liga Manaus à margem direita do Rio Negro.

“Trabalhamos de forma incessante durante nove meses. O resultado desse trabalho o público confere por meio da alegria e bailado nos nossos cordões de cirandeiros. Vamos mostrar a simplicidade do caboclo e todas as belezas guardadas nos municípios da região metropolitana de Manaus”, ressaltou.

Guerreiros e Tradicional

Na sexta-feira (24), abertura da festa ficou por conta da atual campeã do festival, a ciranda Guerreiros Mura que busca o 10º título. Junto com os torcedores do bairro da Liberdade, a Guerreiros mostrou o amor em cirandadas – nome dado para as músicas compostas para o festival – e na representação de lendas como: a do Uirapuru e Iara.


No sábado (25), quem encantou o público foi ciranda do bairro da Terra Preta, a Tradicional. A segunda ciranda mais antiga da cidade foi regida pelo tema: “Arquimedes, filósofo, popular contador de histórias das terras de Manacá”.


Considerado pelos brincantes os pontos mais fortes da Tradicional; o bailado e a Torcida Organizada Tradicional (TOT) levaram os espectadores do festival ao delírio.