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Corintiano fanático, Fábio Assunção prefere assistir à final da Libertadores em casa

O ator, que atualmente está no ar na série "Tapas e Beijos", aposta no placar de 2 a 1 para o Timão e deixou claro que acha um desperdício se a taça for decidida nas penalidades máximas 04/07/2012 às 11:44
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Fábio Assunção
uol/celebridades ---

O ator Fábio Assunção participou da edição desta quarta-feira (4) do programa "Encontro com Fátima Bernardes", e falou sobre a sua paixão pelo Corinthians, e que prefere assistir ao jogo da final da Taça Libertadores da América contra o Boca Juniors, da Argentina, em casa e sozinho para que possa dar total atenção à partida.

"Eu acho que quando você assiste em casa, você presta mais atenção, e o sorfimento é maior. Quando a gente está na rua, com os amigos ou no próprio estádio, a gente fica mais disperso e não presta tanta atenção. Hoje eu quero ver sozinho para poder presta mais atenção", afirmou ele, que também falou da parceria entre ele e o filho João, de oito anos, fruto do relacionamento com a promoter Priscila Borgonovi: "Eu e o meu filho somos parceiros e só vou com ele ao estádio. Ele adora jogar futebol também, e vamos sempre juntos. Semana passada quando o Boca (Juniors) fez o primeiro gol, o jogo nem tinha acabado, e ele já ficou com os olhos cheios de lágrimas", contou.

O ator, que atualmente está no ar na série "Tapas e Beijos", aposta no placar de 2 a 1 para o Timão e deixou claro que acha um desperdício se a taça for decidida nas penalidades máximas. "Se for para os pênaltis, entra 50% de sorte, e eu acho um desperdício uma competição como essa ser decidida assim", declarou.

Ao lado de Assunção,  Ailton Graça, que vive o pesonagem Silas em "Avenida Brasil", e também é corintiano, e o ator argentino Pablo Bellini, que interpreta o Alejandro na novela "Cheias de Charme", torcedor do Boca Juniores, falaram sobre suas supertições para assistir à partidas importantes.

"Tenho o costume de usar sempre a mesma camisa. Faço isso mais em relação à Seleção Brasileira, mas com o Corinthians também", disse Assunção.

"Eu sempre escrevo o nome do time adversário em um papel, coloco dentro da geladeira e só tiro de lá quando o meu time ganhar", contou Graça.

Já para Bellini, que está confiante na conquista do torneio pelo Boca, estar junto com a camisa do time é o suficiente. "Eu não visto, só deixo ao meu lado no sofá", disse ele.

Para os dois atores que torcem para o alvinegro, a disputa não será fácil, já que se trata de um título inédito para o time brasileiro. Do lado argentino a experiência é maior, e a luta será para levantar pela sétima vez a taça da Libertadores.  "Não vai ser fácil,  decisão é sempre tensa, porque existe um respeito muito grande pelo Boca, por toda tradição do clube argentino",  falou Graça. "Ser corintiano é ser sofredor. A gente nunca ganhou fácil, e esse jogo também não será", acrescentou Assunção.