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Cuba é o destino ideal para quem quer reunir cultura, história, praias e um mar encantador

Cuba se abriu ao turismo na década de 1990, depois do colapso da União Soviética, como medida para obter moeda forte. Hoje, está quase tudo liberado, após o fim do embargo comercial dos Estados Unidos 15/05/2016 às 05:00 - Atualizado em 15/05/2016 às 09:21
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O litoral de Cuba é considerado um dos mais bonitos do Caribe (Reprodução)
Rogério Pina Manaus (AM)

Engana-se quem pensa que Cuba – a ilha  do norte do Caribe  comandada pela ditadura dos Irmãos  Castro e sua turma – era um lugar fechado para o turismo antes da reaproximação com os Estados Unidos. 

Cuba se abriu ao turismo na década de 1990, depois do colapso da União Soviética, como medida para obter  moeda forte. Na virada para o ano 2000 os hotéis de redes europeias, principalmente espanholas, começaram a se instalar na ilha, e era comum a hospedagem na casa de habitantes – prática considerada ilegal mas que não chegava a ser reprimida pelo governo. Desde aquela época o Canadá é o maior emissor de turistas, com cerca de 1 milhão de visitantes ao ano – distribuídos entre a capital, Havana, cidades litorâneas e ilhas.

Hoje, está quase tudo liberado, de olho também – e principalmente –  nos norte-americanos que deverão viajar para a ilha após o fim do embargo comercial dos Estados Unidos. Até o Airbnb, a plataforma de aluguel temporário de casas já chegou a Cuba  oferecendo opções variadas de estadia. 

Cuba é a maior ilha do Caribe, conta com população de mais de 11 milhões de habitantes e é  o destino ideal para quem quer  reunir  cultura,  história, praias e um mar às vezes azul, às vezes esverdeado, que deixa qualquer um encantado.

A Copa Airlines temvoos a partir da Cidade do Panamá para a capital cubana e para Santa Clara, onde fica Cayo Santa María –  a nova estrela do turismo cubano e uma das paisagens mais paradisíacas no Mar do Caribe.  Lugares como a praia de Varadero,   Cayo Largo e Cayo Coco estão também entre as preferidas do turista estrangeiro –  que tem à disposição vários   hoteis com sistema all inclusive.

Mas a maior atração é mesmo Havana, onde se tem contato a Cuba real. Em fase de transformação, o centro histórico de Havana Velha é um bom começo para o viajante, onde se pode ver edifícios antigos ainda ‘detonados’ e um crescente número de prédios já reformados. ‘Habana Vieja’ concentra a maioria dos pontos turísticos da cidade e conta com ótimos restaurantes e hoteis instalados em palacetes restaurados,  como o  Iberostar Parque Central e o Hotel Saratoga– este último, um dos poucos que oferecem wifi grátis ao hóspede.

 A agenda deve incluir  ida ao Capitólio, à Praça da Catedral, à Bodeguita del Medio – para degustar um legítimo mojito – e a uma fábrica de charutos.

Outras atrações

No final da tarde, a dica é pegar um carrão antigo americano para ver o pôr do sol no Malecón –  calçadão de 7 Km que fica na orla da cidade e passa por vários bairros. Outro passeio bacana é visitar o Hotel Nacional de Cuba, instalado em um belo prédio próximo à orla da capital.

Havana surpreende com sua culinária. Come-se muito bem na cidade e, além dos pratos típicos, há uma grande oferta de criações à base de  mariscos. No segmento drinks, as pedidas certeiras são o mojito  e o daiquiri.

De volta à área histórica, é imperdível percorrer o Paseo del Prado –  uma  avenida com um calçadão no meio, onde fica a maioria dos hotéis, o Capitólio e  o Gran Teatro.   Ali foi o local escolhido para a apresentação da nova coleção da grife de luxo Chanel, há duas semanas. E, não menos importante: curtir a  fantástica música cubana, que inunda a ilha de sonoridade. São comuns  apresentações ao vivo em restaurantes, hotéis e espaços públicos. E às segundas à noite acontece uma imperdível jam session no piano-bar do hotel Florida. Um clássico!