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Dia 21 de junho é Dia Nacional de Prevenção à Asma. Saiba quais os sintomas e cuidados

Nesta quinta-feira (21), é comemorado do Dia Nacional de Prevenção à Asma. Muitos já ouviram falar sobre a doença, porém poucos sabem identificá-la. A Dra. Edna Fátima dos Reis, pneumologista do hospital San Paolo, explica as principais características da doença e o agravo em crianças e adultos 20/06/2012 às 17:56
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Especialista explica sobre os possíveis agravos da asma que atinge cerca de 150 milhões de pessoas no mundo
ACRITICA.COM São Paulo - SP

Tosse, falta de ar e cansaço são sintomas que podem ser confundidos facilmente com crises de sinusite ou até mesmo pneumonia. Porém, essas manifestações acompanhadas de chiados recorrentes e aperto no peito, podem ser um quadro asmático. A asma é uma doença que decorre a partir da inflamação das vias respiratórias e pode surgir em qualquer idade.

De acordo com a Dra Edna Fátima dos Reis, pneumologista do hospital San Paolo, o primeiro passo para prevenção é o reconhecimento da doença “A pessoa precisa saber que sofre de asma”. A médica ressalta, ainda, sobre os fatores que podem desencadear as crises: “Alergias a pelo de animais, insetos, mofos, fumaças de cigarros, mudança de tempo e fatores emocionais, podem estimular a aparição dos sintomas”, explica.

A OMS (Organização Mundial as Saúde) estima que 150 milhões de pessoas no mundo possua asma. Esses números são alarmantes, pois muitos indivíduos podem ter a doença e ainda não ter o diagnóstico por não buscar o aconselhamento médico adequado. Nesse contexto, o número de casos pode ser bem maior.

Os agravos da asma

As crianças são mais gravemente afetadas pela doença de acordo com a pneumologista do hospital San Paolo. “A imunidade mais baixa e as vias respiratórias menores, tornam as crianças mais suscetíveis a complicações”.


O paciente asmático deve se tratar de duas formas. Primeiramente durante a crise, quando já existe falta de ar – normalmente esse é o momento de agravo da doença - procurar o pronto socorro. “Essa etapa é importante, pois evita a necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou até a morte”, esclarece.

Em um segundo momento, o tratamento deve ser feito no estágio intercrises, em que a pessoa se sente bem e não apresenta os sintomas, mas recebe o acompanhamento preventivo com medicamentos e hábitos de vida que favoreçam a recuperação pulmonar evitando novas crises e sequelas futuras.