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Eleito o homem mais bonito do Brasil na década de 70, Pedrinho Aguinaga fala sobre carreira em entrevista

“O fino que satisfaz”. Mas, depois de cinco décadas fumando, a nicotina já não satisfaz. Aos 61 anos, o convicto playboy promete: “Amanhã eu paro” 30/01/2012 às 10:21
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Pedrinho Aguinaga
acritica.com ---

Pedrinho Aguinaga era apenas um jovem carioca de família bem relacionada, até que foi eleito o homem mais bonito do Brasil no programa de Flávio Cavalcanti, em 1970. Vieram os convites para festas e viagens, os amigos famosos e muitas, muitas mulheres: Monique Evans, Vera Fischer, Liza Minelli, Demi Moore... Ele encarnou também o garoto-propaganda de uma marca de cigarro, com o slogan “O fino que satisfaz”. Mas, depois de cinco décadas fumando, a nicotina já não satisfaz. Aos 61 anos, o convicto playboy promete: “Amanhã eu paro”.

Sobre o comercial do Chanceller
“Eu tive que fumar quase cem cigarros para fazer aquela foto clássica, que estampava outdoors no Brasil inteiro. Depois fiquei dias no hospital, completamente intoxicado por aquela fumaça toda.”

 Sobre o fato de ter se arrependido da propaganda
“Com a consciência que tenho hoje de todos os malefícios do cigarro, eu jamais faria. O ideal seria se você conseguisse fumar três por dia, mas é impossível.”

 Sobre ter sido considerado o homem mais bonito do Brasil
“Não mexeu nada comigo, nunca quis ganhar nada disso. Mas acabou me dando muita coisa na vida: conhecimento, relacionamentos, viagens... Isso tudo não tem preço. Mas nunca me deixei virar mercadoria.”

 “Eu chegava no lugar e não precisava ficar lutando. Ficava parado, olhava, dava um sorriso e meia hora depois já estava lá. Não tinha problema, era só olhar. Minha vida era fácil nesse sentido. Por isso que eu digo que tive uma vida sexual feminina.”

 “Mas nem sempre tive namoradas esteticamente fulgurantes. Hoje em dia ninguém me aguentaria mais, estou ficando muito chato. Sou muito solitário, cheio de manias.”

 “Estou me divorciando do cigarro. E sem reconciliação. E vou parar porque o cigarro não me acrescenta mais nada. Daqui pra frente, se eu continuar vou perder horas de dança com a minha neta, horas de entretenimento com meu filho, horas com os amigos...”