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CIRANDA

Flor Matizada encerra em grande estilo o 21º Festival de Cirandas de Manacapuru

A temática da “Luz” foi retratada contando a contemporânea luta do povo indígena pelo conhecimento científico 03/12/2017 às 23:15
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Foto: Jair Araújo
Paulo André Nunes Manacapuru (AM)

A Ciranda Flor Matizada encerrou em grande estilo, neste domingo (3), o 21° Festival de Cirandas de Manacapuru. Em 16 módulos alegóricos e mais um cenário com composições, a temática da “Luz” foi retratada contando a contemporânea luta do povo indígena pelo conhecimento científico. As três noites do festival foram transmitidas com exclusividade pela Rede TV!

A torcida foi um dos diferenciais da apresentação: os integrantes da organizada Família Matizada (Fama) distribuíram adereços como bandeirinhas nas cores lilás e branco, flores de cartolina e rolos de papel para a galera concentrada na parte central das arquibancadas do Parque do Ingá.


Foto: Jair Araújo

O apresentador Ivan Oliveira, que é radialista em Manacapuru, surgiu em meio às gigantescas alegorias da Flor Matizada. O cordão de entrada trouxe indígenas e, após, do meio da galera, adentrou na arena o cantador Erinho. Os brincantes fizeram evoluções como danças indígenas e, em praticáveis, encantaram com uma coreografia com elásticos.

O cordão de cirandeiros apresentou, além dos componentes com roupas também um pajé que comandou a dança e proporcionou um dos grandes momentos do festival: com a ajuda de um guindaste ele “levitou” e enlouqueceu a galera lilás e branca.


Foto: Jair Araújo

A porta-cores Fernanda Sabóia também foi arrojada ao vir para o Cirandódromo em um pássaro gigantesco. Já a princesa cirandeira Giovanna Mady também chegou em um guindaste e evoluiu lindamente. A torcida interagiu fazendo uma grande festa cantando e não deixando o pique cair.

Foi encenada a batalha da luz em um estilo bailado cirandeiro. Depois, quem entrou em cena de forma estupenda foi a cirandeira bela Camila Marques. Ela surgiu dentro de um pássaro, e arrancou frio na barriga da galera lilás e branca e em todos do Cirandódromo porquê desceu dependurada em cabos de aço.

No fim da apresentação uma imensa flor matizada foi palco para que o belo trio porta-cores/princesa cirandeira/cirandeira bela adentrasse novamente na Arena do Cirandódromo. Era a deixa para o fim apoteótico da apresentação da lilás e branco acontecer no meio da torcida organizada Fama. A definição da ciranda campeã acontece nesta segunda (4) a partir de 16h no próprio Parque do Ingá.


Foto: Jair Araújo

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