Publicidade
Entretenimento
Vida

Florais de Bach também são indicados para tratamento de animais

Bichinhos de estimação podem estar enfrentando momentos de estresse e o uso dos Florais de Bach pode auxiliá-los 25/09/2012 às 14:13
Show 1
Florais de Bach também são aliados emocionais dos animais de estimação
--- ---

Se você anda surpreendido(a) com o comportamento do seu animal de estimação, fique alerta: ele pode ser vítima de sentimentos negativos que influenciam o bichinho. São cães que mordem as patas compulsivamente; gatos que atacam os donos; papagaios que arrancam as próprias penas.

Uma alternativa para minimizar esta situação é usar os Florais de Bach. Os florais originais respondem muito bem no tratamento de animais domésticos e até selvagens. Por ser um produto natural e totalmente sem contra-indicações, o floral é totalmente tolerado por cães, gatos, aves, roedores e animais de grande porte, podendo ser administrado conforme a observação do comportamento do animal naquele momento.

Segundo a educadora em Florais de Bach, Maria Aparecida das Neves, são muitos os sentimentos negativos que influenciam o animal. E, em muitos casos, a origem está no próprio dono. “Por conviverem em ambientes urbanos, muitas vezes confinados e diretamente em contato com pessoas, os bichinhos desenvolvem sintomas e emoções muito semelhantes às humanas. E eles merecem atenção e ajuda”.

Como não possuem contra-indicação, os Florais de Bach são opções seguras e eficientes para amenizar o sofrimento dos bichinhos. “Ministrar Florais de Bach, neste caso, é muito fácil: basta pingar quatro gotas do Floral diretamente na língua do animal, quatro vezes ao dia, ou misturar na água ou comida a mesma quantidade. É importante trocar diariamente os alimentos e a água acrescidos do floral.”

Assim como acontece com os humanos, o segredo para o sucesso do tratamento é analisar o comportamento do animal para dar a essência floral correta. “Para condições persistentes, no entanto, recomendamos um exame veterinário profissional para evitar erros de diagnóstico”, adverte Maria Aparecida.