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Greve dos bancários no Amazonas tem adesão de 50% da categoria

Segundo dados do Sindicato dos Bancários do Amazonas, metade dos trabalhadores da rede de bancos do Estado aderiram a greve iniciada nesta terça-feira (18), com apoio imediato dos funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB) e Banco da Amazônia (Basa) 18/09/2012 às 17:24
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Agência da Caixa na rua Henrique Martins, no Centro de Manaus
Eloisa Vasconcelos Manaus (AM)

Cinquenta por centro dos bancários no Estado do Amazonas paralisaram as atividades no primeiro dia de greve da categoria deflagrada na manhã desta terça-feira (18) em todo o País, por tempo indeterminado. A informação é do presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas (Seeb-AM), Nindberg Barbosa dos Santos.

Segundo o presidente, neste primeiro dia de greve algumas  agências continuaram funcionando. Foi o caso das agências do Banco Santander, localizada na Avenida Sete de Setembro e duas do banco Itaú, na Avenida Eduardo Ribeiro e Floriano Peixoto, no Centro de Manaus.

De acordo com ele, as agências da Djalma Batista, do Banco do Brasil e Itaú, funcionaram normalmente. Entretanto, ele explica que essa reação é normal no início do movimento, mas tende a mudar no decorrer da greve. “Amanhã vamos vê se eles fazem adesão”, disse Nindberg.

O presidente do Sindicato dos Bancários disse ainda que os 50% de apoio ao movimento contou com todas as 17 agências da Caixa Econômica Federal (CEF), três do Banco da Amazônia (Basa) e as do Banco do Brasil, das ruas Guilherme Moreira, 24 de Maio e rua Floriano Peixoto.

Atendimento ao público

A direção do Sindicato dos Bancários aconselhou a população a seguir as opções indicadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para resolver problemas com pagamentos e recebimentos de contas e demais serviços bancários, por meio do sistemas de  internet, caixas eletrônicos, loterias, dentre outros. “Isso por sinal é com eles, eles é que podem dizer como receber ou pagar” disse ao esclarecer que os bancários entraram em greve por “melhores condições de trabalho e qualidade de serviços oferecidos à população”, alertou.

Reivindicações

A categoria que tem data-base em 1º de setembro vem negociando desde agosto. A principal exigência dos bancários é o reajuste salarial de 10,25%; um percentual calculado em cima da inflação do ano passado, e mais 5% de aumento real. Durante as recentes negociações, os banqueiros ofereceram 6% da inflação, o que causou desconforto geral e impulsionou o movimento paredista.

Os trabalhadores reivindicam também plano de cargos, carreira e salários, maior participação nos lucros e resultados (PLR) e mais segurança nas agências.

Serviços à população

Desde segunda-feira (17), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) expõe em seu portal (WWW.febraban.org.b) os canais para a população realizar operações bancárias.