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Incontinência urinária atinge 50 milhões de pessoas em todo o mundo e 10 milhões no Brasil

“As mulheres são as mais acometidas e por serem ainda mais vaidosas geralmente sofrem muito com os sintomas psicológicos”, enfatizou o urologista Gustavo de Alarcon 11/10/2012 às 11:07
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Embora poucas mulheres se queixem espontaneamente sobre a perda involuntária de urina, este problema pode ser diagnosticado no consultório médico
acritica.com Manaus, AM

A perda de urina involuntária está relacionada a uma série de fatores na vida das pessoas. Aproximadamente 30% do público feminino e 10% do público masculino com mais de 60 anos sofre com incontinência urinária, conforme dados da Sociedade Brasileira de Urologia.

A patologia atinge 50 milhões de pessoas em todo o mundo e 10 milhões no Brasil. O Dr. Gustavo de Alarcon, urologista do Hospital São Luiz e Hospital Santa Virgínia, especialista em Urologia e Doutor em Ciências Médicas, ressaltou que pequenos sintomas do nosso cotidiano podem sinalizar presença da incontinência urinária.

“Este é um problema que precisa ser tratado e está diretamente relacionado a qualidade de vida. Levantar durante a noite para ir ao banheiro, deixar de sair de casa, ficar deprimido é comum entre os pacientes”, afirmou o médico.

Mulheres

Os sintomas psicológicos costumam afetar mais as mulheres que o restante da população, conforme estudos realizados na década de 90, e estão ligados à perda involuntária de urina.

“As mulheres são as mais acometidas e por serem ainda mais vaidosas geralmente sofrem muito com os sintomas psicológicos”, elucidou o especialista.

“Embora poucas mulheres se queixem espontaneamente sobre a perda involuntária de urina, este problema pode ser diagnosticado no consultório médico, durante a realização de uma história clínica e exame físico cuidadosos”, confirmou.

Idosos em maior escala

Acometendo idosos em maior escala, a incontinência urinária pode ser detectada previamente, garatindo assim a promoção da qualidade de vida, de acordo com Alarcon.

“O número de idosos vêm aumentando mundialmente e é imprescindível a orientação a família e aos próprios pacientes para garantir melhor qualidade de vida para essas pessoas”, assegurou.

Tratamento

A incontinência urinária pode ser tratada mediante procedimentos cirúrgicos e por exercícios de reabilitação de assoalho pélvico. Apenas a avaliação de um especialista determinará o tratamento mais adequado.