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PERSONAGEM

Inspirada em personagens de Jane Austen, Anajú Dorigon é destaque em novela

A mocinha sonhadora está sempre cercada de livros com histórias de donzelas em perigo. Por trás do papel, a atriz mantém a doçura e romantismo de Cecília 14/05/2018 às 11:38 - Atualizado em 14/05/2018 às 11:45
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(Foto: Divulgação)
Alexandre Pequeno Manaus (AM)

Na atual trama das 18h da TV Globo "Orgulho e Paixão", a personagem Cecília Benedito é a mais caseira e leitora voraz da família Benedito. Inspirada em personagens dos livros de Jane Austen, a mocinha sonhadora está sempre cercada de livros com histórias de donzelas em perigo. Por trás do papel, a atriz Anajú Dorigon mantém a doçura e romantismo de Cecília, seu segundo papel na teledramaturgia da emissora carioca. Esse é só o seu início.

"É um presente poder viver esta personagem, nesta história e desde modo. Me sinto muito feliz de poder contar a história da Cecília ao lado de atores tão maravilhosos! É uma obra como há muito tempo não se via, cheia de doçura, delicadeza, feminino, solar, colorida. Sou suspeita pra dizer, mas todo capitulo me deixa com gostinho de quero mais", ressalta a atriz que contracena diariamente com grandes nomes da TV como Vera Holtz e Tato Gabus Mendes.

Leve e romântica, a trama de Marcos Bernstein traz as relações familiares como ponto principal da trama. A forma como as protagonistas lidam com seus problemas é o principal a ser explorado. É nesse sentido que Anajú mais se identifica com sua personagem. "Viver a Cecília têm sido realmente mágico. Resgatar a inocência, expor a criatividade, desprender-se de apegos e vaidades, ser tomada por medos, respirar romance, enfim... Estou amando ser um veículo dessa história tão linda do Marcos Bernstein. Acho que o que mais temos em comum é essa fertilidade da imaginação, o romantismo e, independentemente do tamanho do medo, querer sempre enfrentá-lo", defende a atriz.

Carreira na TV e cinema
Antes de "Orgulho e Paixão", Anajú poderia ser vista na telinha em outro canal e em outra época. Ano passado, a atriz interpretou a personagem Dulcinéia na novela "Belaventura", da Record TV. Na trama, a camponesa sofre abuso sexual. Ela recorda os bons momentos vividos com o parceiro de cena André Mattos, na pele do vilão Falstaff. 

"André é um desses seres que respiram arte e exalam sensibilidade. Ele foi um grande mestre pra mim, um feliz presente que ganhei durante uma trajetória nova que vivi e com quem pude aprender muito, tanto profissional quanto pessoalmente! Me lembro de estar em cena e assisti-lo (risos). Criatividade que transborda", relembra.

Ainda em 2017, Anajú deu um grande passo em sua carreira, interpretando Marta no filme Jesus de Nazareth (co-produção Estados Unidos/Espanha). O longa-metragem foi gravado nos desertos de Almeria (Espanha). Todo em espanhol, contou com os consagrados atores latino-americanos como Julián Gil, Gaby Espino, Mayrín Villanueva, Pedro Moreno e entre outros.

"Realizei um sonho que jamais pensei que pudesse realmente acontecer. Sempre quis atuar em outro idioma e o espanhol faz parte da minha vida desde muito cedo, é um pedaço de mim. Além disso, poder contar uma história de tal magnitude, em outro país (Espanha) e cercada de atores que sempre admirei, foi uma das melhores experiências da minha vida", afirma. 

"Tiveram momentos em que eu não acreditava que estava ali. Acho que essa é uma das partes mais belas desse nosso oficio. Estamos a todo instante suscetíveis a novos ares, novas pessoas, novas vidas e experiências. Que presente foi poder viver tudo isso de uma só vez", completa.

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