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MÚSICA

Jota Quest adianta detalhes da turnê acústica que apresenta em Manaus em 14 de abril

Show ocorre no Teatro Amazonas. Ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do TA ou nas lojas Calvin Klein, Arco Íris e na internet 21/03/2018 às 12:07 - Atualizado em 21/03/2018 às 12:43
Show 28
Foto: Reprodução
Maria Paula Santos Manaus (AM)

Com a mesma formação desde sua criação, em meados dos anos 90, o Jota Quest de Rogério Flausino (voz), Marco Túlio Lara (Guitarra), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria) e Márcio Buzelin (teclados), segue como uma das mais queridas e ativas bandas do pop-rock nacional e promete ao público uma grande e emocionante apresentação no dia 14 de abril, no Teatro Amazonas, em Manaus.

Em entrevista ao BEM VIVER, o vocalista Rogério Flausino adianta um pouco do que o público pode esperar do  espetáculo “Acústico Jota Quest - Músicas Para Cantar Junto”, que repassa os grandes clássicos do grupo em versões “acústicas” inéditas, incluindo novas canções e parcerias compostas especialmente para o projeto.

Por que transformar as músicas ‘pulantes’ e ‘dançantes’ de anos de carreira, em versões acústicas? 
RF.: Sobre o formato “Acústico” vale sempre um esclarecimento de que a principal mudança acontece na troca de instrumentos elétricos e programações eletrônicas, como as guitarras, efeitos eletrônicos e sintetizadores, por instrumentos “acústicos” como violões, violas, gaitas, sopros, vocais e percussões. Quando decidimos realizar este projeto discutimos sobre o plano de que cada canção deveria ter sua identidade mantida. Assim, os novos arranjos das canções “dançantes” e “pulantes” mantiveram sua característica, e estão apenas um pouco mais tranquilas do que antigamente. 

Como tem sido a recepção do público? Acham que podemos aguardar mais projetos assim no futuro?
RF.: A recepção tem sido incrível! A gente está vivendo momentos de muita emoção e recebendo um carinho absurdo das pessoas. Sem dúvida o Acústico está nos mostrando um novo caminho. Dificilmente não levaremos este aprendizado para futuros projetos. Que assim seja.

Vocês possuem a mesma formação desde a criação da banda, ao que atribuem esse sucesso?
RF.: Não tem muito segredo, tem muito trabalho! A gente continua acreditando que é possível ser uma banda de pop-rock no Brasil, lançando discos inéditos, fazendo turnês e buscando relevância, mesmo com todas as mudanças de mercado e de consumo de música, que não foram poucas nesta últimas duas décadas. Tentamos também observar o mercado internacional e, na medida do possível, implementar alguns de seus conceitos por aqui. Mas acho que, acima de tudo, existe aqui no Jota Quest uma grande vocação e disposição para o trabalho. Somos operários do rock, e isso faz muita diferença.

Falando em sucesso, como consideram o momento atual da carreira do JQ? Olhando pro passado, podemos ver muitas mudanças?
RF.: Nosso momento é lindo. Começamos a comemorar nossos 20 anos em 2013 com o disco “Funky Funky Boom Boom”, seguido de perto pelo “Pancadélico”, de 2015. Foram dois álbuns de inéditas na sequência, e agora, em 2017, nasceu este #Acústico. É uma produção considerável. Não acho que tenhamos mudado muito no que diz respeito aos nossos objetivos e conceitos artísticos. Talvez a maior mudança esteja no amadurecimento das composições e melhoria técnica de nossas gravações e shows, graças a experiência adquirida ao longo desses mais de 20 anos de sucesso. Acho que o tempo nos fez bem.

Qual o maior diferencial entre tocar uma versão acústica, num teatro como o Teatro Amazonas, e tocar em grandes festivais como o Rock in Rio?
RF.: São situações extremamente diferentes, e igualmente prazerosas. O mais interessante é que, com tantos anos de estrada, esta segunda opção, a dos teatros, só tenha nos chegado agora. tocar no Rock in Rio é algo surreal, uma energia quase que incontrolável, vinda de todos os lados, gerando certa pressão na gente para que tudo corra bem. Não é muito fácil, mas é incrível. Já a onda dos teatros é bem mais leve, suave. Os lugares são menores causando uma proximidade gostosa com a plateia. Esta experiência tem nos levado a conhecer lugares, dentro e fora da gente, que ainda não conhecíamos.

No que vocês resumiriam todos esses anos de carreira?
RF.: “...Dias que não deixaremos para trás...”

Mais uma vez Jota Quest em Manaus. Como é tocar aqui e qual o maior diferencial do público manauara pra vocês? Algum recado para eles?
RF.: A galera de Manaus sempre nos recebeu muito bem. É carinhosa e receptiva ao extremo. É sempre um prazer pra gente saber que tem gente que curte a gente há tanto tempo mesmo com toda a distância física que nos separa. O recado é que não deixem de vir assistir a este show no Teatro Amazonas. Eu tenho certeza que será histórico. Será a realização de um grande sonho!

Alguma surpresinha que podem adiantar pra gente? Seja no show ou planos futuros?
RF.: Sobre o show, acho que a grande surpresas será a gente que irá receber. Tocar nesse teatro centenário é um presente da vida. Iremos no entregar a isso de corpo e alma. Da carreira, o que dá contar é que estamos preparando mais algumas faixas em formato “acústico” de canções que ficaram de fora do DVD e vamos começar a disponibilizar pra galera a partir de maio, quando o DVD completa um ano de sua gravação. Vai ser massa.

Serviço
Show: "Acústico Jota Quest - Músicas Para Cantar Junto"
Data: 14 de Abril, 23h
Local: Teatro Amazonas
Ingressos:  Pré-venda de ingressos na bilheteria do Teatro Amazonas, quinta-feira 1º de Março. R$ 205 (Plateia), R$ 205 (Frisas), R$ 185 (1º Pavimento), R$ 155 (2º Pavimento) e R$ 125 (3º Pavimento). Valores de meia-entrada. Após o dia 1º de março os ingressos também podem ser adquiridos nas lojas Calvin Klein (Amazonas Shopping e Manauara), Arco Íris (Sumaúma Shopping) e também pelo site www.aloingressos.com.br

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