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Luiza Tomé pede no Twitter que o autor de 'Máscaras' a tire da novela

“Estou mega triste! Segurei até onde deu! Mas amo muito o que faço, não desrespeito ninguém! Mas exijo RESPEITO", disse a atriz no microblog 08/06/2012 às 08:26
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Luiza Tomé
uol/televisão ---

A crise que envolve a novela “Máscaras” da Record ganhou mais um episódio na madrugada desta sexta-feira (8) quando a atriz Luiza Tomé, que interpreta a personagem Geraldine no folhetim, resolveu tornar pública sua insatisfação com o trabalho que está fazendo.

Por volta de 1h da manhã ela perguntou via Twitter a Mario Viana, um dos roteiristas da trama, se o autor da novela Lauro César Muniz estava satisfeito com a “figuração” que ela está fazendo. “Boa noite!!!!! Será que o Lauro está gostando da figuração que estou fazendo?? 28 anos nadando e morrer na praia! Não quero mais.”

Em seguida, disse a Viana que não queria mais “brincar disso” e que sua personagem não fazia nada. “Queria muito fazer a novela e não ser desvalorizada! Estou muito triste! Desabafo com você porque ele não tem Twitter. Sou guerreira, mas não quero mais ser Geraldine de nada. Pois nada é o que ela faz. Beijo carinhoso.”

Depois, durante vários outros “tweets”, Luiza disse que sua personagem não era “importante na trama” e pediu que não desperdiçassem seu talento para “fazer escada para ninguém”. “Não sou degrau.”

A atriz também disse que gostaria que a tirassem da novela e que seria a última vez que faria novela com Lauro César Muniz.

“Estou mega triste! Segurei até onde deu! Mas amo muito o que faço, não desrespeito ninguém! Mas exijo RESPEITO. Perdi a vontade , o tesão de gravar. Se não gosta me tira. Pedi pra fazer porque adorava ele, mas a recíproca não rola, então me tira! Não é a primeira novela que faço do Lauro, mas com certeza será a ultima, me sinto humilhada. Ele não escreve pra mim! Me tira! É mais digno.”

Por fim, Luiza ainda afirmou estar sendo preterida por não fazer parte da “panela” dos atores privilegiados pelo texto do autor. “Não sei puxar saco, fazer tipinho, fingir que estou feliz, não faço parte de panela, nem frigideira, faço meu trabalho.”