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Manaus já dispõe de diversos hotspots com conexão gratuita para usuários

A CRÍTICA visitou alguns desses locais para saber o que os usuários pensam sobre o serviço e dizer se esses hotspots realmente funcionam. Saiba onde usar redes sem fio gratuitas em Manaus 29/01/2012 às 12:16
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O Manauara Shopping e o Millennium Mall oferecem wifi gratuito aos seus clientes. O serviço atrai dezenas de clientes, que vão aos centros comerciais todos os dias só para utilizar o serviço
Mellanie Hasimoto Manaus

Ah, a Internet... Esse meio que permite a comunicação entre milhões de pessoas no mundo inteiro. Desde que foi inventada (oficialmente em 1992), a World Wide Web (é o que significa o “www” nos endereços de sites, Rede Mundial de Computadores, em inglês) permite que pessoas acompanhem praticamente em tempo real o que acontece ao redor do mundo.

E, com a acessibilidade por meio de notebooks e a telefonia móvel, mais e mais gente pode ficar conectada. Em Manaus, existem lugares públicos onde a população fica online sem ter que pagar nada. A CRÍTICA visitou alguns desses locais para saber o que os usuários pensam sobre o serviço e dizer se esses hotspots realmente funcionam.

Os centros comerciais da capital já estão equipados. Os clientes que vão ao Manauara Shopping, por exemplo, podem se conectar à Internet na praça de alimentação. O sinal é aberto e a velocidade é razoável. “A gente tem que apelar para o wifi porque o 3G não funciona aqui dentro, nos cinemas e teatro principalmente. Ficamos sem sinal de telefone, mas pelo menos dá para ficar online”, observou o universitário Lucas Silva, 22.

No Manauara Shopping há também um sinal da rede Vex, e quem é cliente da Oi basta fazer o cadastro e começar a navegar.

No Millennium Shopping não é diferente. É normal ver, na praça de alimentação do local, dezenas de mesas ocupadas pela galera usando seus computadores. Entretanto, o sinal é bloqueado — conforme informa o site do shopping — entre 12h e 14h30, mas fica disponível nos cafés e lounges do mall. “Sempre venho aqui usar a Internet, porque sei que é gratuita e o sinal é bom. Uso para pesquisar, falar com meus amigos e estar nas redes sociais”, disse a estudante Regina Oliveira, 19.

Há outros locais e estabelecimentos particulares que oferecem conexão gratuita para seus clientes. Entre eles estão o Gargalo Sport Beer (Vieiralves), o McDonald’s da avenida Djalma Batista, o Fran’s Café (rua João Valério), além do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

Funciona?
A CRÍTICA testou a conexão disponível pelo Governo do Estado no Largo São Sebastião. Com um smartphone, a reportagem realizou o cadastro com o próprio telefone celular e utilizou sem muitos problemas a rede. É preciso ativar a função wireless no aparelho, conectar-se e procurar a rede “Amazonas-Digital”.

Outro ponto testado foi o do Prosamim Parque Jefferson Péres. Com o mesmo cadastro, a equipe de A CRÍTICA conseguiu navegar pela Internet sem maiores problemas.

“Já cheguei a vir todos os dias para a praça, para poder usar a Internet. Agora não uso tanto, pois tenho meu celular, e considero o Largo São Sebastião um lugar bem seguro para quem quer utilizar o serviço”, afirmou o auxiliar de vendas Marcos Brait Tomazini, 21.

É preciso cuidado ao utilizar as conexões gratuitas. O técnico em informática Guilherme Almeida reforça que em celulares não é necessário ativar nenhum modo de segurança, mas quem utiliza Windows precisa ativar a “Rede Pública”.

No caixa
Bares e restaurantes de Manaus que oferecem conexão gratuita aos clientes não deixam o sinal aberto. Em alguns é preciso pedir a senha ao garçom ou ao caixa. Mas quem vai ao bar para ficar na Internet? Melhor curtir a companhia dos amigos!

Sem sinal há um ano
Quem frequenta o Parque dos Bilhares já pôde, um dia, usufruir da Internet gratuita. “Até o início do ano passado eu sei que tinha, mas nunca mais vi ninguém usando por aqui”, disse a estudante Rafaela Lima, 17. “E também dava muito problema com a conexão”, completou Rafael Farias, 19.

No Centro Social Urbano do Parque 10 havia um hotspot desde 2008, mas este também não funciona mais.

“Já tem mais de um ano que não vejo funcionar aqui. As pessoas traziam seus computadores e alguns já foram até roubados. Acho que não adianta ter um negócio desses se não há segurança”, disse o comerciante Denis Carlos Santos, que há mais de 15 anos trabalha no local.