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Modelo e empresária Angela Bismarchi lança o 2º livro: ‘Don Juan e seus Tons de Pink’

“A trama se passa no Rio e traz muito erotismo e sadomasoquismo. Melhor que Cinquenta Tons de Cinza”, comenta ela, em entrevista ao BEM VIVER 26/01/2016 às 11:18
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Angela Bismarchi lança segundo livro ‘Don Juan e seus Tons de Pink’
Laynna Feitoza ---

Depois do sucesso do livro “Os ‘10 Mandamentos do Amor” – uma obra de autoajuda para casais – a empresária, modelo e escritora Angela Bismarchi vem mais divertida e provocante em seu segundo livro, “Don Juan e seus Tons de Pink”, que será lançado hoje (26).

Descrito pela própria autora como um romance sensual erótico, a obra polemiza por unir em seu conteúdo personagens da literatura como Don Juan, Rei Arthur e a Rainha Guinevere.

Na obra, Angela questiona vários aspectos na sexualidade de Don Juan, que sempre exerceu fascínio diverso entre as mulheres, embora nunca tenha se prostrado totalmente a elas. Segundo Bismarchi, não se trata de uma adaptação dos personagens.

“A trama se passa no Rio e traz muito erotismo e sadomasoquismo. Melhor que Cinquenta Tons de Cinza”, comenta ela, em entrevista ao BEM VIVER.

Ela conta que levou um ano para aprontá-lo. “Fiz oito sinopses e rasguei todas, porque não gostei, e na nona fiquei com ela. Estava impecável. Chorei nesse dia em que decidi o destino dos meus personagens”, pondera. Na história, a Rainha Guinevere, esposa do Rei Arthur, é seduzida por Don Juan. Tudo acontece em um evento de moda no Museu da Arte Moderna, no Rio de Janeiro.

A partir do jogo de sedução banhado pelo contexto fashion, várias peripécias sexuais passam a cercar o casal de amantes, em locações como São Paulo e Europa, além do Rio de Janeiro. Aí todos os aspectos do jogo sexual – como escravidão, dominação, sadomasoquismo e fetiche – desabrocham. “Para escrever o livro, pesquisei muito em livrarias, Internet e em viagens. Um hotel em Veneza serviu de cenário para quase todas as inspirações e expirações da sensualidade que o livro relata”, pondera Angela.

Cenário

E porque Veneza é o pano de fundo da inspiração para a obra? “Na verdade, Veneza é uma cidade romântica, que já fui três vezes seguidas. E o personagem Don Juan tinha a cara de Veneza. Então, o romance começa no Rio de Janeiro e o clímax é num baile de máscaras de Veneza”, explica Bismarchi, em relação aos conflitos sexuais que regem a obra. “Além da explicação da luxúria e viagens em locais paradisíacos”, complementa.

Os personagens remetem à antiguidade, o que é contrastado pelos demais elementos da história. “As vestimentas não são da era medieval, e sim atuais, do século 21. Não existem armas, guerras, e nem batalhas a não ser aquelas travadas no coração”, destaca ela, que pretende, com a obra, contar uma história e também incentivar casais a serem mais ousados nas relações conjugais. “Estou escrevendo o que vem pelo meu sangue, pelo que corre nas minhas veias”, encerra ela.