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Na dança do ventre: Casa de Ísis completa 15 anos

O evento, além de contar com a apresentação das alunas da escola, teve a participação de Esmeralda Colabone, dançarina brasileira que por anos atuou no competitivo mercado de dança do ventre da Tunísia 18/03/2013 às 09:23
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Escola de dança promoveu espetáculo em comemoração ao aniversário no Teatro Ruy Alencar, no Icbeu
Rafael Seixas Manaus, AM

Sensualidade foi algo que não faltou na festa de 15 anos da Escola de Dança do Ventre Casa de Ísis, comemorada na última sexta-feira, no Teatro Ruy Alencar, do Instituto Cultural Brasil – Estados Unidos (Icbeu). O evento, além de contar com a apresentação das alunas da escola, teve a participação de Esmeralda Colabone, dançarina brasileira que por anos atuou no competitivo mercado de dança do ventre da Tunísia, além de ter participado de turnês por países como Catar, Síria, Argélia e Marrocos.

“É uma vitória a Casa de Ísis completar seus 15 anos ativamente em Manaus, ainda mais pelo que a escola vem trazendo para o Estado, no eixo nacional e internacional, em matéria de premiações, competições e por ser uma referência da dança do ventre estilizada, fusionada”, disse Maíse Ribeiro, fundadora da escola.

“Posso afirmar com convicção, que tudo que existe de dança no ventre na cidade fui eu que plantei. São todas minhas filhas, muitas bailarinas não fazem mais parte do corpo de dança da minha escola, mas já têm os seus espaços, dão aulas em academias, entraram para a universidade, estão no curso de Dança. Então, para mim, é uma conquista grande, porque sou a mentora de toda a história da dança do ventre no Estado”, complementou a amazonense, que já ganhou diversos prêmios na área.

Elementos

Durante a apresentação, as dançarinas usaram diversos acessórios característicos da dança do ventre, como espada, candelabro e véu. Uma das alunas, Peta Braga, gerente de loja, contou à reportagem que a prática de dança do ventre levantou sua autoestima e a fez conhecer mais seu corpo. Além disso, é uma atividade muito divertida e que faz bem à saúde da mulher. “Comecei a fazer porque tive curiosidade e achava muito bonitos os movimentos, as roupas. Gosto de dançar com o véu, porque é muito sensual, com vários movimentos leves”, disse a jovem, que há dois anos pratica a dança de origem árabe.

Homenageado

A apresentação de Esmeralda Colabone foi um dos destaques da festa, assim como a homenagem ao Mestre Nogueirinha, que, segundo Maíse, sempre trabalhou pela preservação do patrimônio cultural e material da cidade de Manaus, formou dançarinos e bailarinos para as danças folclóricas do Estado, além de ser um dos fundadores do Festival Folclórico Marquesiano, voltado à cultura árabe.