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Para bom viajante, só um sofá basta

Em época de viagem acessível a todos, uma modalidade de hospedagem vem cada vez mais ganhando adeptos: é o CouchSurfing (CS), no qual os viajantes “surfam” em sofás alheios, pelo simples desejo de curtir e conhecer gente nova – além, claro, de não pagar pela hospedagem. 15/07/2012 às 14:21
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Kiko Junqueira acha a opção ideal para quem curte conhecer os hábitos de moradores da cidade para onde vai
Mellanie Hasimoto ---

A administradora Iana Carvalho, 26 anos, é praticante ativa do “surfe no sofá” – quando morou em Curitiba, recebeu mais de uma dezena de viajantes, em sua maioria europeus, e também já dormiu em sofás em suas viagens pelo mundo. “Conheci o CouchSurfing por meio de uma matéria numa revista. Me identifiquei muito, e fiz o meu cadastro logo em seguida, porque gosto desse lance de viajar com budget (orçamento bem definido, não muito distante do limite do aperto)”, disse.

Como funciona

Fundado em 2003, o site (couchsurfing.org) funciona de maneira bem simples: o usuário faz o cadastro, fala de suas preferências, onde se localiza, que idiomas fala. O serviço é dividido em três partes: Surf, onde você procura sofás para dormir; Host, em que você oferece um sofá (ou quarto) para o viajante; e Meetings, em que você não procura nem oferece hospedagem, mas se interessa em conhecer gente nova e mostrar a cidade em que vive para quem está de passagem.

O cadastro é gratuito, mas o que fazer com a sua segurança? Há um sistema de referências, onde as pessoas – ou até mesmo amigos – que já se hospedaram na casa de algum couchsurfer dão seu veredito.

Mas Iana dá algumas dicas.  “Claro que em qualquer lugar tem gente mal intencionada, mas o sistema de segurança é bacana. Basta você manter contato constante antes de viajar, bater papo mesmo para conhecer a pessoa. Dá para sacar quem mandou mensagem em massa para um monte de gente, então eu fico atenta para ver quem leu meu perfil, se se mostrou inteligente. E, claro, sempre procuro ver as referências da pessoa”.