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AUDIOVISUAL

Plataforma de vídeo sob demanda propõe aluguel de filmes brasileiros por R$ 3,90

Com diferentes gêneros e formatos, a Spcine Play chega ao mercado para estimular o público cinéfilo a consumir e a conhecer as produções brasileiras 26/11/2017 às 15:56
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“A batalha do passinho”, de Emílio Domingos, é um dos filmes disponíveis neste primeiro momento
acritica.com Manaus (AM)

Desde o último dia 23, os filmes nacionais ganharam uma nova vitrine com o lançamento da Spcine Play, plataforma de Vídeo Sob Demanda (VOD) que levará até ao público produções brasileiras a preços populares. Inicialmente, a plataforma contará com dez títulos no catálogo.

A chegada do novo serviço ao público marca o pioneirismo do consórcio formado para o desenvolvimento do setor audiovisual entre a Spcine, a O2 Play (distribuidora da O2 Filmes) e o laboratório de soluções digitais Hacklab. O conteúdo está acessível em todo o Brasil no site www.spcineplay.com.br. Pagando R$ 3,90 por cada filme (no cartão de crédito), será possível assistir ao título escolhido durante sete dias.

Com diferentes gêneros e formatos, a Spcine Play chega ao mercado para estimular o público cinéfilo a consumir e a conhecer as produções brasileiras, oferecendo acesso a títulos que muitas vezes estão restritos ao circuito de arte ou em festivais de cinema das grandes cidades.

“Estamos criando uma rede que une os produtores aos espectadores e mercado. Há um elemento inovador e que pode gerar grandes resultados no médio prazo. O produtor que apostar na plataforma será naturalmente recompensado com o sucesso do projeto. Além disso, não vamos exigir exclusividade pela licença de exibição e haverá compartilhamento das estatísticas de audiência. A plataforma ainda vai valorizar o filme em termos de conteúdo, como a apresentação dos destaques e informações complementares da obra”, defende Igor Kupstas, da O2 Play.

Segundo ele, as informações sobre o comportamento da audiência na plataforma também devem auxiliar na criação de inteligência para o desenvolvimento da estratégia de marketing e formação de público.

Nesta primeira fase da plataforma estarão disponíveis os filmes “Mãe só há uma”, de Anna Muylaert; “O menino e o mundo”, de Alê Abreu; “Uma noite em Sampa”, de Ugo Giorgetti; “A batalha do passinho”, de Emílio Domingos; “Lira paulistana e a vanguarda paulista”, de Riba de Castro; “Ausência”, de Chico Teixeira; “Califórnia”, de Marina Person; “De menor”, de Caru Alves de Souza; “Paratodos”, de Marcelo Mesquita; e “As fábulas negras”, de Rodrigo Aragão.

O conceito de rede está impresso na tecnologia na qual o Spcine Play é baseada. Quando assiste a um filme, o espectador se torna um replicador e, desta forma, colabora para a distribuição do conteúdo. Isso é possível por conta da tecnologia utilizada, chamada peer-to-peer (P2P), que, em linhas gerais, significa distribuição compartilhada de conteúdo entre usuários.

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