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Reequilíbrio: Última palavra em tratamento da coluna

O conceito desenvolvido pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro promove uma descompressão da hérnia de disco, das estruturas nobres da coluna lombar e coluna cervical, bem como um reforço específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral 22/05/2012 às 07:25
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Tratamento do ITC Vertebral na Physio
ISRAEL CONTE ---

O empresário e jogador de tênis Alexandre Chies sabe bem o que é sofrer de dores nas costas. “Tive duas hérnias de disco e uma protrusão”, conta. Ele, a exemplo de Maurício Shogun (ex-campeão do UFC) e Larissa (campeã Pan Americana de vôlei), já fez parte dos mais de cinco milhões de brasileiros que hoje convivem com problemas na coluna. E fez parte porque o grupo passou pelas cinco fases do ITC Vertebral, sem necessidade de cirurgia. O conceito desenvolvido pelo fisioterapeuta cearense Helder Montenegro promove uma descompressão da hérnia de disco, das estruturas nobres da coluna lombar e coluna cervical, bem como um reforço específico dos músculos que dão sustentação e estabilização vertebral.

 Na prática apresenta bons resultados para pacientes que sofrem de dores nas costas oriundas de diversos problemas como: lordose, cifose, escoliose, traumatismo da coluna, sedentarismo, etc. Em Manaus, o tratamento é feito desde 2008 na clínica Physio Vida, 2ª franquia do ITC Vertebral. “Em três anos e meio já tivemos o prazer de tratar pelo menos 600 pacientes. 95% das pessoas que têm dores na coluna não precisa de operação. Basta fazer a fisioterapia que resolve”, diz Rhanda Amim, fisioterapeuta e diretora da Physio Vida. A clínica possui todos os equipamentos necessários para o desenvolvimento do ITC Vertebral inclusive as duas mesas americanas de Flexão-Descompressão e Tração Eletrônica.

Sinal de dor
A fisioterapeuta aponta que problemas na coluna podem originar-se de pisada errada, postura incorreta, predisposição genética, obesidade, entre outros. “O ideal é que ao primeiro sinal de dor se procure um especialista para a avaliação e posterior indicação do melhor tratamento, que muitas vezes é em parceria entre o médico e o fisioterapeuta ”, indica a profissional. Foi o que fez a administradora Priscila Amaral. “Sou magra, porém notei que cada vez que precisava carregar algum peso sentia dor na lombar e na cervical. Conheci o ITC. A cada sessão saía renovada. Hoje faço pilates para manter e tonificar os músculos. Levo uma vida com mais qualidade”, relata. Quanto ao Alexandre, citado no início da matéria, após o tratamento com o ITC Vertebral, ele passou a jogar tênis 3 a 4 vezes por semana e a fazer pilates duas vezes. “Agora quem sente dor são os adversários”, brinca.

Cinco fases do ITC

1. Fisioterapia Manual: trata os desequilíbrios do corpo que causam os problemas na coluna. Trabalha-se com Osteopatia, RPG, Mulligan, entre outras técnicas visando o reequilíbrio músculo-articular do paciente.

 2. Mesa de Flexão-Descompressão: traz uma diminuição da pressão interna do intradisco, diminui então a pressão que causa a hérnia de disco ou a protrusão.

 3. Mesa de Tração Eletrônica: essa mesa proporciona o aumento do espaços entre as vértebras, possui um sistema eletrônico de ajuste exato de tração, conforme a necessidade do paciente. Por isso é um equipamento tão eficaz no alivio da dor.

 4. Estabilização Vertebral: é uma técnica australiana onde se fortalecem a musculatura que é responsável por estabilizar a coluna, músculos Multifidos e Transverso do Abdômen.

5. Depois de um tempo de tratamento o paciente é liberado para o Programa de Fortalecimento Muscular com Pilates. É um Pilates diferenciado, todo voltado à coluna vertebral, onde há exercícios proibidos (dependendo de cada caso), outros adaptados onde se continua trabalhando com a Estabilização Vertebral dentro do exercício físico. A intenção é manter os benefícios do tratamento. Essa última fase também se torna a manutenção do tratamento.

Kinesio: fita ‘mágica’que alivia a dor


Você certamente já viu Neymar, Madonna, David Beckham e outros atletas e famosos usando uma espécie de fita colorida no corpo. O adesivo, longe de ser um enfeite, é uma bandagem elástica e adesiva -- sem medicamento algum -- que tem várias funções, entre elas, sustentar articulações e musculaturas apenas pelo modo, direção e tensão com os quais é aplicada sobre a pele das pessoas.

 O produto é conhecido como kinesio, nome original da criação do quiropraxista japonês Kenzo Kaze. “É importante ressaltar que o kinesio não é um tratamento exclusivo por que não trata a causa do problema, mas sim potencializa os efeitos da fisioterapia”, comenta a fisioterapeuta Milena Matias. Pode ser usado por atletas de alto rendimento como também pela dona de casa. “No caso dos esportistas ele permite competir mesmo com o músculo lesionado. Para a dona de casa ele prolonga os efeitos da fisioterapia dando mais conforto nos afazeres do lar”, destaca.