Publicidade
Entretenimento
Doce identidade

Trufas de Cupuaçu são referência de sabor amazônico

Quem passa por Manaus e prova da iguaria vira fã. Na semana passada, o ministro Edson Lobão provou e pediu bis 22/10/2012 às 14:09
Show 1
Trufas de cupuaçu são nossa referência
Luciana Santos Manaus

Saborosas e democráticas, pois circulam desde os mais simples aos mais requintados ambientes, as trufas de cupuaçu e castanha são marcas registradas de nossa cidade e encantam tanto os manauenses quanto os turistas.

Apreciadora do doce, a proprietária do Buffet Le Lieu, Sídia Goes, confirma o sucesso da iguaria e diz que faz questão de incluí-la na lista de opções servidas nos eventos que organiza. “Faço questão de colocar como opção seja em batizados, aniversários ou casamentos. Nos eventos corporativos, as empresas sempre pedem que tenha, assim como nos eventos governamentais. As pessoas que vem de fora gostam muito quando provam e sempre pedem para levar. Essa semana mesmo, o ministro Edson Lobão (Minas e Energias) provou as trufas num evento aqui na cidade e quis saber como poderia levar algumas unidades”, conta Sídia.

O empresário Joaquim Melo, do Tacacá da Gisela, também destaca a aceitação do doce com sabor regional. Há cerca de seis anos ele começou a comercializar os bombons como opção de sobremesa para aqueles que frequentam seu estabelecimento no Largo São Sebastião e nesse período conquistou uma clientela fiel que não deixa de saborear os doces mesmo morando fora da cidade. “Aqui é passagem obrigatória de turistas e eles acabam provando o tacacá e as balas. Tem pessoas que moram em outras cidades, mas que vem sempre a Manaus a trabalho, então ligam encomendando”, destaca.

Blog: Fátima Nakajima Estilista

 “Já mandei trufas de cupuaçu e de castanha. para amigos e parentes no Japão, Noruega e Coreia do Sul. Tenho sobrinhas que moram fora há mais de 20 anos, então mando pra elas matarem a saudade de casa. Na primeira vez em que fui ao Japão levei algumas balas pra dar de presente a parentes que nunca vieram ao Brasil e eles gostaram muito, desde então toda vez em que viajo pra lá tenho que levar, ou quando alguém da família vem aqui em Manaus, aproveita pra levar as encomendas. E eles cobram quando não tem.

Um grupo veio recentemente visitar meu marido e como não tinha em casa, eles pediram que comprassem. E foi bem engraçado, pois eles não sabem falar português, mas fizeram a gente entender que se tratava das balas", conta a estilista Fátima Nakajima.