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Vereadores de Manaus querem explicações de superintendente da SMTU

Marcos Cavalcante, superintendente da SMTU, é acusado pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE-AM) de chefiar uma quadrilha que comercializa ilegalmente licenças para ingressar no sistema de transporte executivo 12/03/2012 às 17:46
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Na sessão de hoje da CMM três vereadores falaram sobre o tema
acritica.com Manaus

Enquanto o vereador Waldemir José (PT) protocolava, na manha desta segunda-feira (12), uma indicação solicitando o afastamento do superintendente Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) Marcos Cavalcante, para que ele possa se defender das acusações de venda de vagas no transporte executivo, Ademar Bandeira (PT) estava propondo, no plenário da Câmara Municipal de Manaus (CMM), a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a comercialização ilegal de concessões no transporte executivo.

Além deles, o vereador Massami Miki (PSL) afirmou que vai pedir à Comissão de Transporte da CMM a convocação de Marcos Cavalcante para prestar esclarecimentos sobre a acusação feita a ele pelo Ministério Público do Estado do Amazonas de que o mesmo chefia uma quadrilha na capital responsável pela venda e manutenção de concessões no sistema. Cavalcante nega que tenha envolvimento com o esquema.

Waldemir José lembra que já apresentou requerimento solicitando a presença de Marcos Cavalcante na CMM para explicar as denúncias contra ele. Entretanto, na sessão ordinária do dia 6 de março, o líder do prefeito, Leonel Feitoza (PSD), pediu vistas para analisar o requerimento, “com clara intenção de vetar a vinda do Superintendente à Câmara”, afirma o parlamentar por meio de sua assessoria.

Para Waldemir José, nos vários discursos desta segunda-feira na Casa Legislativa, ficou evidenciado que, na atual administração, houve um crescimento da frota de transporte executivo, já que no início da atual administração, havia 167 ônibus, e hoje, há 246 veículos. O vereador explica, ainda, que existem outras denúncias contra Marcos Cavalcante sendo analisadas no Ministério Público.

Em janeiro Waldemir José deu entrada com uma ação no Ministério Público cobrando explicações sobre o desaparecimento de 64 placas de táxis que deveriam ser licitadas, mas que simplesmente sumiram.

Entenda o caso.