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Zezé Di Camargo e Luciano lembram briga em programa

Assim como Luciano, Zezé disse que, depois do episódio, viu que cantar continua sendo a coisa mais importante para ele 18/05/2012 às 12:19
Show 1
Zezé Di Camargo e Luciano
uol/música ---

A dupla sertaneja Zezé Di Camargo e Luciano lembraram a briga que tiveram em novembro do ano passado, em um show em Curitiba, no Paraná, durante participação no programa "Mais Você" desta sexta-feira (18). Zezé afirmou que as tragédias têm o poder de unificar os povos. “Os povos se unem depois das cinzas. Guardadas as devidas proporções, foi mais ou menos isso que aconteceu depois da briga. Agora, quando temos que conversar alguma coisa, conversamos logo”, contou, sendo complementado por Luciano: “O que aconteceu serviu para vermos a importância do nosso trabalho, principalmente eu. Achava que poderia viver sem a música. Não posso. Comecei a cantar mais tarde, o Zezé não. A tendência era eu achar que não seria tão dependente da música. Na verdade, sou tão dependente quanto ele”.

Assim como Luciano, Zezé disse que, depois do episódio, viu que cantar continua sendo a coisa mais importante para ele. “Não vamos perder essa coisa que a gente tanto ama que é cantar. A condição financeira te leva a pensar que você não está precisando daquilo. E aquilo é mais importante para a sua alma do que para o seu bolso”, declarou.

Os cantores contaram que fazem shows o ano inteiro. “De maio para frente, vamos até dezembro fazendo shows. Nossa média fica entre 120 e 145 shows por ano”, contou Zezé. Questionado por Ana se ficou mais complicado vender CDs depois da internet, Luciano afirmou que eles têm um público cativo. “Nós temos o fã cativo. Mesmo que baixe o virtual, vai querer o físico”, explicou.

Zezé confirmou o que o irmão disse sobre o fã cativo, mas criticou as várias maneiras de comprar música nos dias de hoje, especialmente pela internet. “É uma ladroagem legalizada. Para quem está começando é legal. Para um artista consagrado é danoso. Por isso caprichamos tanto em nossos CDs. Hoje quem compra um CD compra como souvenir, não só para ouvir a música”, argumentou.