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Documentário sobre a Amazônia fecha as discussões do 1º dia no Fórum Mundial de Sustentabilidade

Temas como construção de estradas, desmatamento devido a grande quantidade de fazendas, assim como grandes construções como a Hidrelétrica do Tucuruí e seus confrontos com as terras dos índios paracanas, são retratadas no documentário feito pelo jornalista norte-americano Mark London 22/03/2012 às 20:43
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Mark London ansioso pela estreia do documentário 'Shark Loves the Amazon', no Fórum Mundial de Sustentabilidade
Mariana Lima Manaus

A exibição do documentário do consultor, escritor e jornalista norte-americano Mark London marcou uma das últimas atividades do primeiro dia da 3ª edição do Fórum Mundial de Sustentabilidade, em Manaus. O documentário encantou os participantes do Fórum que assistiram o filme atônitos.

Minutos antes da exibição, London foi convidado ao palco para apresentar “Shark loves the Amazon”, filme que tem como base trinta anos de pesquisa sobre a exploração do homem e suas conseqüências para o ecossistema e na vida dos ribeirinhos da Amazônia.

Temas como construção de estradas, desmatamento devido a grande quantidade de fazendas, assim como grandes construções como a Hidrelétrica do Tucuruí e seus confrontos com as terras dos índios paracanas, são retratadas no documentário. Morte de líderes como Chico Mendes e da irmã Dorothy Stang  também são lembrados no filme.

Em português e de uma forma descontraída, Mark disse que o nome do filme se deu devido o seu envolvimento com a região. “As pessoas sempre me perguntam quem é o Tubarão (The Shark) da Amazônia. Bem, como todo bom brasileiro é necessário se ter um apelido. O Tubarão sou eu, eu amo a Amazônia”, explica.

Durante a cerimônia, Mark aproveitou para agradecer aqueles que chamou de sua “família brasileira”, dentre eles o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) e o superintendente-geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Virgílio Viana, ambos presentes no evento.