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Grupo de estudantes veio conhecer de perto o Festival

Thamila Barrozo, do IFCE, Lorena Queiroz, do grupo Oré Anacã, e Luiz Alfredo, do Grupo de Projeções Artísticas e Culturais (GPAC) irão marcar presença nas tribos indígenas que se apresentam na arena do Bumbódromo 01/07/2012 às 16:33
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Grupo de estudantes de Forteza foi trazido pela diretoria do boi para conhecer o evento
Rafael Seixas Parintins (AM)

Em maio, o boi da Baixa do São José lançou o CD/DVD “Tradição 2012”, na Livraria Cultura, em Fortaleza (CE), contando com a presença do levantador de toadas Sebastião Júnior, além dos dançarinos oficiais e do próprio Garantido. Durante sua estada na cidade, a comissão do bumbá vermelho aproveitou, ainda, para fazer algumas oficinas de dança em vários espaços culturais, como o Instituto Federal de Educação do Ceará (IFCE), entre outros, onde escolheram três pessoas para ir até Parintins (a 325 quilômetros de Manaus) para prestigiar e participar do festival folclórico.

Os escolhidos foram Thamila Barrozo, do IFCE, Lorena Queiroz, do grupo Oré Anacã, e Luiz Alfredo, do Grupo de Projeções Artísticas e Culturais (GPAC). Alguns desses irão marcar presença nas tribos indígenas que se apresentam na arena do Bumbódromo.

“Antes de conhecer, eu já tinha visto matérias e achava muito lindo o trabalho feito no festival. A partir do momento que conhecemos os dançarinos e comprei o DVD, passei a achar mais lindo”, diz Thamila Barrozo, que gosta das toadas “Auto do Boi” (Enéas Dias e Marcos Boi), “DNA caboclo” (Enéas Dias e Márcia Santos), “Ameríndia” (Enéas Dias e Marcos Boi) e “Pajé” (Demétrios Haidos, Geandro Pantoja e Jacinto Rebelo). Ela informou, também, que não sabe qual é a diferença do bumbá-meu-boi (do Nordeste) para o boi-bumbá (do Amazonas), mas que ambos conseguem proporcionar grandes emoções.

Aprendizado

Lorena afirma que pretende levar essa experiência para a companhia de dança que integra. “A primeira vista elas (coreografias) são difíceis, porém quando começamos a estudar, a gente internaliza e passa a ficar mais simples. As coreografias são bem trabalhadas e bonitas”, falou a dançarina, se referindo às coreografias do Garantido. “Faço parte de um grupo que se inspira na tradição para podermos compor nossas coreografias. E é dessa forma que conseguimos construir o nosso trabalho”, complementa.

A canção “Seiva” (Demétrios Haidos e Geandro Pantoja) é a preferida da jovem, pois, segundo ela, fala da floresta, da tradição do boi e conta com uma letra linda.

 

Parintinenses

De acordo com Luiz Alfredo, o povo de Parintins é muito acolhedor, algo que lhe chamou bastante sua atenção. Eles, que estão em contato direto com os itens do Garantido, também disseram estar felizes ao ficar perto dessas estrelas. “Em Parintins é muito quente, mas está tudo maravilhoso, está uma explosão de energia”, fala Lorena.  O trio de Fortaleza pretende voltar novamente a Parintins e se afirma como Garantido, Vermelho e Branco e da Baixa de São José.

Pessoas de outros municípios do Estado também participam das tribos indígenas do Garantido na época do Festival Folclóricos de Parintins. Isso também acontece no bumbá Caprichoso.