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Mustang Boss, Corvette C06 e Mustang Shelby num passeio pela ponte

Qual a sensação de andar num super carro? Nós descobrimos 29/09/2012 às 09:47
Show 1
Mustang Boss, Corvette C06 e Mustang Shelby num passeio pela ponte do Rio Negro
ISRAEL CONTE Manaus (AM)

O encontro foi marcado no meio da semana, às 21h, no pub O Chefão. Ao chegar no local uma vista que encanta qualquer amante de carro: estacionados, lado a lado, estavam um Chevrolet Corvette C06 vermelho, um Ford Mustang Boss branco e um Mustang Shelby preto.

Após contemplar aqueles super carros por fora, o repórter Felipe de Paula e eu entramos para conversar com os corretores Marcos Alves e Breno Jarbas e o publicitário José Loureiro.

Breno, o dono do Corvette, mostrou-me pela tela de um smartphone uma de suas façanhas: uma foto do velocímetro com o ponteiro cravado na velocidade máxima (200 milhas por hora, aproximadamente 320 kmh), para depois arrematar: “Esses carros foram feitos para correr.

A sensação é de adrenalina, aventura e liberdade. Mas a gente só brinca quando há segurança. Ninguém sai colocando em perigo quem está nas ruas. A gente vai pra pista de arrancada e brinca dentro dos limites”, diz o corretor.

Fissurado Marcos Alves, ou Marcão, como gosta de ser chamado, conta que é fissurado por motos. “Já tive umas 60, cai 55 vezes e bati três vezes. A moto sai de frente, escorrega, mas aí é que é legal” , brinca Marcão. Seu primeiro esportivo foi um Corvette azul. Depois ele descobriu que a Ford relançaria o Mustang Boss e tratou logo de reservar o seu. Segundo Marcão, a Ford fabricou cerca de três mil Boss branco em 2012 e um deles está em Manaus. O dele.

O Boss não é um carro, digamos, de luxo. É extremamente esportivo. “A suspensão é diferente. Pode ser regulada em cinco posições, não tem toca CD, nem entrada para USB. Esse carro não é pra escutar música, é pra escutar o som do motor V8”, diz Marcão. E que motor! O Boss tem duas chaves.

A preta configura o carro para andar na rua e gera potência de “singelos” 444 cavalos. A vermelha o programa para correr em circuito gerando 474 cavalos de adrenalina pura. discrição O trio de entrevistados se completa com o publicitário José Loureiro, que comprou seu primeiro esportivo, um Mustang Shelby.

Ele, assim com os outros, sabe da atenção que o carro desperta nas pessoas, mas a discrição é algo importante para eles. “O Mustang é um mito, tem design agressivo. Todo mundo curte. Não raro, as pessoas pedem para tirar foto, o lavador demora mais tempo pra lavar o carro. Mas a ideia não é ‘se aparecer’.

Tanto que a primeira coisa que fazemos quando compramos é colocar insulfim nos carros. Ter um carro desses é mais questão de prazer do que de ostentação”, comenta Loureiro. Só não dá pra ser discreto na hora de sair. “Não dá pra sair e chegar escondinho.

Quando liga toda a vizinhança sabe”, relata o publicitário. o grande momento Bem, chegou a hora esperada de passear nos supercarros. A adrenalina começa a subir. O primeiro som que escutamos do lado de fora é o dos 432 cavalos do Corvette C06. Saímos do Chefão, na Ferreira Pena, em direção à Ponte Rio Negro, por volta das 0h.

À bordo do Mustang branco percebi o respeito dos amantes de supercarros com o trânsito e as pessoas. As “esticadinhas” rápidas só eram dadas sem ninguém ou carros à frente. Na brincadeira, um passava o outro na avenida Brasil. Chegamos na ponte com o trânsito livre e já dá pra imaginar o que aconteceu... Com segurança atravessamos a ponte para a sessão de fotos. O fato é que andando rápido ou não, a sensação de estar à bordo de um esportivo é para guardar na memória.