Publicidade
Carnaval
INCLUSÃO

Bandinha da Manu leva crianças PCDs a brincarem de Carnaval em Manaus

Primeira edição do bloco inclusivo acontece no dia 8 de fevereiro no salão de festas do Condomínio dos Advogados, na estrada da Ponta Negra 17/01/2018 às 15:37 - Atualizado em 17/01/2018 às 15:43
Show 25
A iniciativa da bandinha é da empresária Rosa Albuquerque, mãe adotiva de Emanuele Taysa Albuquerque da Silva, a Manu, de 8 anos, que é cadeirante e teve hidroanecefalia / Fotos: Divulgação
Paulo André Nunes Manaus (AM)

O Carnaval é a festa popular mais democrática do País sem qualquer sombra de dúvida, e é claro que a galerinha das pessoas com deficiências (PCDs) também têm o direito de se divertir na folia de Momo. Foi pensando assim que surgiu a 1ª Bandinha da Manu, iniciativa da empresária Rosa Albuquerque, mãe adotiva de Emanuele Taysa Albuquerque da Silva, a Manu, de 8 anos, que é cadeirante e teve hidroanecefalia (má formação do cérebro e o acúmulo de líquido na região).

A folia será realizada no próximo dia 8 no salão de festas do Condomínio dos Advogados, na estrada da Ponta Negra, de 17h às 22h, com a participação de 30 crianças de várias patologias, a maioria cadeirantes, de várias instituições como o Grupo das Mães de Anjo, o Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou e a Escola Estadual Joana Rodrigues.

E a 1ª Bandinha da Manu tem até marchinha oficial embalada por um simpático refrão: “A, E, I, O, U. Está chegando a Bandinha da Manu”. A simpática composição é do cantor Jango Ducarmo, e pode ser acessada no YouTube por meio do link https://www.youtube.com/watch?v=FSwTyrvPyuo. “Seja normal ou seja diferente, venha brincar com a gente”, diz outro trecho da compopsição. Outra novidade é que nos próximos dias deve ser lançado na Internet um vídeo reunindo fotografias das crianças participantes.

“A finalidade da Bandinha da Manu é a inclusão das crianças porque elas não podem ficar entre quatro paredes e também merecem se divertir, participar, com outros amiguinhos e pais. A sociedade é cruel e deixa sociedade deixa essa pessoas esquecidas. Resolvemos chamar as crianças amiguinhos da Manu para essa festa. A Bandinha é o Carnavalzinho da Inclusão”, comenta Rosa Albuquerque, que tem mais três filhos além de Manu: Pollyana Talyta e Zayra Tays, que são biológicas, e Eglany Jr.

A expectativa da organizadora é que no próximo ano o evento cresça e que se possa fazer uma Bandinha da Manu aberta ao público visando sempre a inclusão das crianças que precisam participar dos atos festivos”, explica.