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60 pilotos aceleram no Campeonato Amazonense de Motovelocidade, no domingo

Seis categorias vão entrar na pista no domingo à tarde, a partir das 14 horas: MV1-A, MV1-B, MV2, MV3, SM1, SM2. Considerada a categoria principal, a MV1 é liderada por Roger Tiradentes 22/06/2012 às 12:12
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Piloto amazonense durante corrida na Vila Olímpica de Manaus
Adan Garantizado Manaus (AM)

A velocidade vai imperar no domingo na pista do kartódromo da Vila Olímpica de Manaus, durante a quinta etapa do Campeonato de Motovelocidade e Supermoto promovido pela Liga Amazonense de Motociclismo. Cerca de 60 pilotos vão acelerar suas “motocas” em busca do primeiro lugar.

Seis categorias vão entrar na pista no domingo à tarde, a partir das 14 horas: MV1-A, MV1-B, MV2, MV3, SM1, SM2. Considerada a categoria principal, a MV1 é liderada por Roger Tiradentes, que é seguido de perto pelo pai, Robson Tiradentes.

Ivo Gama, pentacampeão Estadual, segue na cola de pai e filho. A prova de domingo também terá uma novidade entre os pilotos. O nome de Agledson Simão Vieira pode soar estranho entre os corredores, mas basta citar o apelido de “Zebrinha”, para que o piloto goiano de 37 anos deixe o “anonimato” e passe a ser “temido”.

Correndo há 16 anos (entre o motociclismo e o motocross e o bicicross), Zebrinha coleciona títulos por todo o Brasil. Ele já venceu os campeonatos goiano, brasiliense, mato grossense, rondoniense e já chegou a correr nos Estados Unidos em 2009. Apesar de confessar não ter o mesmo “pique” da época de garoto, o motociclista espera dar trabalho para a “garotada” da categoria MV3.

“Eu me mudei para Manaus neste ano por conta de um negócio e agora quero participar do campeonato. Fica difícil tentar o título porque a competição já está na metade. Sem contar que temos muitos pilotos bons aqui, como o Ivo Gama, o Régis e o Tino Bala. Minha ideia é fazer um bom ‘pega’ e levantar a galera”, declarou o piloto.

Agledson ganhou o apelido por conta de um ex-patrocinador. “Quando comecei a correr no bicicross eu era patrocinado por uma loteria chamada Zebrinha. Corria com o logotipo deles no macacão. Aí não teve jeito.

O apelido pegou e acabo fazendo propaganda de graça para eles até hoje (risos)”, confessou. Como qualquer piloto, Zebrinha também coleciona uma série de fraturas. Só de cirurgias foram 12. E antes de entrar na pista no domingo, o goiano quer acelerar em outro “terreno”.

 “Gosto muito de atividade física. Sempre faço minhas corridinhas. No sábado vou correr os 10 km do XTerra e chegar aqui no clima (risos)”, falou o empolgado corredor