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Academia de Jiu-jitsu abre as portas para atletas sem renda em Manaus

Nova União, comandada pelo professor Ricardo Jackson da Silva, 26, atende gratuitamente mais de 40 atletas na rua Artur Reis 06/07/2012 às 09:46
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Fabiano Marinho sorri, mas está sem recursos para ir ao Mundial Jiu-Jitsu
Aline Cabral Manaus

O Jiu-Jítsu é um dos esportes mais populares do Amazonas, porém, nem todos os atletas podem pagar para treinar em academias. E é aí que entra um projeto social que está fazendo a diferença no Santo Antônio.

A academia Nova União, comandada pelo professor Ricardo Jackson da Silva, 26, atende gratuitamente mais de 40 atletas na rua Artur Reis.

“Antes eu lutava em outras academias e via como era difícil a vida de atleta, tanto para pegar ônibus para se deslocar do bairro, quanto no quesito pagamento de matrícula e mensalidades”, declarou ele.

Atualmente, o professor  trabalha com crianças, jovens e adultos no projeto social. “Os garotos de baixa renda merecem essa chance e aqui a gente se vira para mostrar que o esporte pode ser o lugar certo”.

A academia deve levar 15 alunos para participar do Campeonato Mundial em São Paulo. Porém, nem todos vão conseguir viajar como no caso de Fabiano Marinho, 25, categoria pluma 64kg. “A falta de dinheiro e o apoio são um dos empecilhos para a viagem. Sem ajuda de ninguém não tem como comparecer no evento”.

Academia Asle
Falando em Mundial, a academia Asle, patrocinada pela (Todeschini) deve levar 25 atletas desde a categoria mirim à categoria sênior, nos dias 19, 20, 21 e 22 em São Paulo. A tradicional academia é comandada pelo Sansei Henrique Machado e com o apoio do professor Rafael Hipólito.