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Atividades do ‘Segundo tempo’ começam no mês de abril, em Manaus

Nesta terça-feira, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (Semdej), renovou, em uma reunião no Ministério do Esporte, o convênio com o Governo Federal relativo ao projeto 14/03/2012 às 09:54
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Crianças formam o público-alvo do programa Segundo Tempo do Governo Federal
Jornal Manaus Hoje Manaus

Esporte de graça, no coração das comunidades mais carentes. Essa é a proposta do programa “Segundo Tempo”, que ganha novo gás na temporada de 2012. Nesta terça-feira, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Desporto e Lazer (Semdej), renovou, em uma reunião no Ministério do Esporte, o convênio com o Governo Federal relativo ao projeto. Dessa forma, as atividades  do Segundo Tempo serão reativadas  até o dia 30 de abril, com aulas “0800” nos 21 Centros de Esporte e Lazer (CELs) da Prefeitura.

Alcance social
O programa visa atender nessa nova fase 12.500 crianças que se encontram em situação de risco. “O projeto irá levar meninos e meninas a atividades esportivas no horário em que eles não estão em sala de aula, os chamados contraturnos, projetando o futuro através  da prática esportiva”, explicou o titular da Semdej, Fabrício Lima, que foi a Brasília tratar da liberação da verba do Segundo Tempo.

Inicialmente, o projeto terá um orçamento de R$ 4,8 milhões, mais R$ 600 mil em materiais esportivos - que já foram entregues-, e R$ 400 mil em uniformes. Serão 125 monitores e 154 professores ministrando aulas em oito modalidades: atletismo, basquete, futebol, futsal, natação, vôlei, tênis de mesa e triathlon.

“Nossa meta é dar continuidade ao programa nos CELs da Prefeitura. Nessa nova etapa, serão gastos R$ 600 mil em materiais esportivos e aproximadamente R$ 400 mil em uniformes - três shorts e camisas para cada criança participante”, comentou o coordenador do programa, professor José Resala Semen.

Novidades
Este ano o programa atenderá também crianças com deficiência. Outra novidade é a escola de iniciação ao triathlon.

“Seremos a primeira cidade brasileira a testar esse projeto piloto. Serão 1.800 crianças com deficiência e 100 vagas para iniciação no triathlon. É uma projeto ousado, mas que com certeza vamos saber executar”, finalizou Fabrício Lima.