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Campanha por Neymar: Ronaldo aposta que craque brasileiro supera Messi e CR7 em 2016

O Fenômeno, que também joga pocker profissionalmente, aposta suas fichas no talendo do camisa 11 do Barcelona na próxima temporada. Eleito melhor jogador do planeta por três vezes, o ex-atacante também falou da escassez de novos craques no País 26/11/2015 às 11:41
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Ronaldo aposta que Neymar se tornará o melhor do mundo em 2016.
Reuters São Paulo (SP)

Ronaldo, campeão mundial com  o Brasil em 1994 e 2002, acredita que, além dos problemas fora de campo, a seleção brasileira sofre com a falta de talentos. No entanto, o ex-camisa 9 canarinho, três vezes eleito o Jogador do Ano pela Fifa, não poupa elogios a Neymar, que passa por excelente fase no Barcelona, e vê o atacante como melhor do mundo a partir de 2016.

Ciente da evolução do brasileiro com a camisa do Barcelona, para a próxima eleição na Fifa, em janeiro, Ronaldo ainda vê o português Cristiano Ronaldo e o argentino Lionel Messi à frente do ex-santista.

"Este ano eu acho que vai ficar entre os dois de novo, não sei se o Neymar chega em terceiro. Eu apostaria no Neymar no ano que vem. Ele está crescendo muito e o crescimento do Cristiano Ronaldo e do Messi chegou ao seu limite, talvez mantenham mais um ou dois anos, mas acho que o natural é o Neymar assumir essa posição que o Brasil sempre teve", disse Ronaldo.

"Torço muito para que o Neymar ganhe e interrompa a série do Cristiano Ronaldo e Messi.", revelou o ex-jogador, durante evento do Pocker Star.

Escassez de craques

O ex-craque da Seleção também comentou o mal momento do futebol brasileiro tantodentro como fora de campo.


"Quando o ambiente está conturbado, os resultados não aparecem. Acho que é um momento muito difícil para a seleção e o futebol brasileiro, tanto administrativamente quanto em talentos. Antigamente, os talentos apareciam com muito mais frequência", afirmou Ronaldo.

"Na Copa América eu não gostei. Não vi uma seleção compacta, não vi uma seleção brasileira unida", acrescentou.

O Brasil foi eliminado pelo Paraguai nas quartas de final da Copa América neste ano, o primeiro torneio disputado pela seleção desde o retorno do técnico Dunga, que assumiu o cargo após o fracasso na Copa do Mundo em casa.