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Do mundo para o interior: 'Manaquiri Fight Combat' é marca da disseminação do MMA

Evento, com 11 lutas no card, acontece no dia 31 de março, no município da região metropolitana do Estado. Lutas serão acompanhadas por "olheiros" de Manaus 29/03/2018 às 13:39
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(Foto: Divulgação)
acritica.com Manaus (AM)

Manaquiri, lá em meados do século XIX, era uma fazenda. Hoje, é parte integrante da Região Metropolitana do Amazonas, com mais de de 29 mil habitantes. Destes, 22 entram num Cage, alguns pela primeira vez, no evento baseado na cultura do município: “Manaquiri Fight Combat”.

Sem novidades, o MMA tem crescimento exponencial e tomou conta do país. Saiu do Rio de Janeiro, começou nos Gracies, no jiu-jitsu raiz, e tomou proporções absurdas pelo mundo. Mundo este que chega ao município do interior do Amazonas, distante 60 km da capital. É lá que, no dia 31 de março, 11 lutas acontecem.

O anúncio do evento vem com a promessa de “estremecer as estruturas”. De fato, para a cidade, devidas as proporções, o card do Manaquiri Fight Combat deve reunir público considerável. Tudo isso acontece no Ginásio José Lins, com um início previsto para as 19h. “Verdadeiro espetáculo de lutas”, diz o anúncio.  

As lutas abrem portas para o polo do Amazonas: Manaus, capital do MMA. Com eventos bem solidifcados, a cidade é referência por sua ligação com a luta. Terão “olheiros” em Manaquiri para buscar algum talento escondido perdido pela região metropolitana.

“Essa é uma oportunidade para que os atletas alcancem outros patamares. Eu e meu sócio fechamos parceria com o Manaquiri Fight Combat e estaremos presente no dia do evento para acompanhar de perto os combates. Os melhores atletas da noite serão classificados para o card principal do Top Fight Manaus. Queremos ver show, não importa se ganhe ou perca, o importante é que dê show”, afirmou Jefferson de Paula, empresário e olheiro.

Card

Recheado de nomes pitorescos, o card do Manaquiri Fight Combat tem, como luta principal da noite o duelo de Felipe “Monster” (Katros) versus Felipe “Pedra” (Leão de Judá Fight Team). Monster, este, que tem um cartel de 10 vitórias e apenas três derrotas na modalidade.

“Quero fazer da forma que eu fiz nas minhas lutas anteriores: mostrar aquilo que as pessoas gostam de assistir, luta de MMA. Até o momento eu não decepcionei o público. Então eu vou entrar no evento, fazer o que eu sei e o que gosto. Espero que meu adversário esteja preparado, porque assim podemos fazer um bom combate, respeitando um ao outro. Cada dia busco superar a mim mesmo e quero mostrar para todos que vim para fazer história, defender minha bandeira e minha academia”, explicou o faixa azul de jiu-jitsu e professor de Muay Thai.

O manacapurense, Luan “pedra” é faixa marrom de jiu-jitsu e possui apenas duas lutas no MMA, ambas vitoriosas. “Estou bem confiante no treinamento, eu vou lá para dar o melhor de mim e o público pode esperar um grande duelo”, relatou.

Luta feminina

Outro duelo bastante aguardado pelo público é o combate feminino, entre as manauaras Rafaela Faranche e Hannyê Watson. Faixa roxa de jiu-jitsu da equipe Fernando Barros/Nabil JJ, Rafaela Farache (25), tem mantido um ritmo acelerado, com três treinos diários.

Aos 17 anos de idade, Hannyê Watson fará sua estreia no MMA. Atleta da academia Paixão Farias/Nova União, a jovem lutadora treina há um ano muay thai e jiu-jitsu.

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