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Entenda como a RCC vai trabalhar durante a cobertura dos jogos de Londres

O ineditismo da cobertura de uma Olimpíada feita por uma Rede de Comunicação do Estado do Amazonas, além do investimento, planejamento e estrutura, servirá para interagir as mídias da Rede Calderaro de Comunicação 27/03/2012 às 10:14
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Aruana Brianezi e Célio Júnior já estão no clima dos jogos
Jornal Acritica Manaus

O ineditismo da cobertura de uma Olimpíada feita por uma Rede de Comunicação do Estado do Amazonas, além do investimento, planejamento e estrutura, servirá para interagir as mídias da Rede Calderaro de Comunicação (RCC). Para que o Projeto Londres siga nos trilhos, o suporte técnico de quem ficará em Manaus é fundamental.

“Seremos os responsáveis pela nossa produção em Londres, mas eles aqui (em Manaus) serão nosso porto seguro”, sintetiza João Artur, produtor executivo do Projeto Londres. 

E por aqui o comando ficará nas mãos de Dalva Andrade, coordenadora de jornalismo e Evellin Veras, coordenadora de produção da TV A Crítica.

 “Nossa equipe em Londres não vai abordar apenas os jogos. Ela produzirá matérias especiais para cada uma das mídias da RCC e para cada programa de TV e para o Caderno CRAQUE”, antecipa Dalva. A coordenadora de jornalismo aposta que a audiência das matérias produzidas em Londres pela equipe de profissionais da casa superará a das transmissões dos jogos. “O povo vai ver matérias exclusivas da periferia de Londres no Alô Amazonas, assim como uma dica cultural e etc... Será bem curioso e isso fará a diferença”, confia.

Não é só os programas exibidos na TV que receberão material inédito. O jornal, a rádio e o site também. “O portal a crítica vai se transformar... Vai assumir a cara da Olimpíada... Vamos ter uma cobertura exclusiva, com o nosso olhar, de todos os jogos em todos os esportes... Queremos interagir com quem estiver acessando o site. Vamos produzir vídeos exclusivos e conteúdo focado em nossos atletas, que estarão na competição... O melhor é que o site vai oferecer uma série de aplicações interessantes, através da parceria nacional que temos”, avisa Álvaro Corado, editor do site. Além destes materiais, a equipe deslocada para Londres terá blogs onde contarão como foi o dia na Cidade Olímpica.

Para a diretora de Redação do jornal A CRÍTICA, Aruana Brianezi, a cobertura Olímpica da RCC estará no nível exigido pelo seu leitor. “Costumo dizer que temos, no Amazonas, o leitor mais exigente do mundo. Nosso ‘cliente’ sabe que sempre pode esperar um “algo mais” de A CRÍTICA. E trabalhamos para não decepcioná-los. O slogan ‘de mãos dadas com o povo’ é um compromisso público que temos com essa audiência, seja na TV, no rádio, no impresso e na Internet”, afirmou.

‘Planejar, observar e executar’
 O conteúdo do jornal A CRÍTICA é de responsabilidade de uma dupla entrosada. Aruana Brianezi é a diretora de Redação, enquanto Célio Júnior é o responsável pela parte executiva. Detentor de um invejável currículo de coberturas de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 1998, Copa do Mundo de tênis (a que o Guga conquistou a primeira posição no ranking), inúmeros GPs de Fórmula 1, além de torneios sul-americanos, Célio tem a receita para fazer uma grande empreitada dar certo.

“Não existe outra fórmula, é planejar, observar e executar. Planejar, observar e executar”, repete o editor executivo como uma mantra.

Aos 50 anos - 30 de profissão -, Célio também faz questão de dar um conselho aos jovens repórteres que estarão em Londres.

“É fundamental que o profissional que participa de uma cobertura desse porte pense sempre como uma equipe, que deixe o brilho pessoal, a vaidade de lado. Claro que as pessoas escaladas têm seu brilho, mesmo porque o trabalho está sendo confiado nelas, mas elas terão que ter a noção de que o mais importante é o resultado do trabalho como uma equipe. Muitas vezes você não vai poder brilhar para que sua equipe ganhe. Essa humildade é a melhor qualidade de um grande profissional. Independente do cargo que você exerce, você é um soldado da informação”, aconselhou.

Aruana Brianezi,  diretora de redação

1  Até que ponto o know how adquirido em Londres servirá como aprendizado para a Copa das Confederações e a Copa do Mundo?
A experiência em eventos internacionais é sempre muito importante, tanto para o repórter quanto para o veículo. É importante ressaltar que será a primeira vez que faremos uma cobertura dos Jogos Olímpicos com equipe própria, mas a história do jornal A CRÍTICA  é marcada por iniciativas pioneiras. Em seus quase 63 anos de existência, A CRÍTICA ganhou a confiança do leitor apostando na informação de qualidade e também investindo em grandes reportagens e coberturas internacionais. Aqui o forte é sem dúvida a área de esportes, mas é bom lembrar que tivemos um representante na posse do presidente dos EUA Barack Obama.

2 Como se sente em fazer parte desse pioneirismo que entrará para a história da comunicação do Amazonas, e futuramente será um tópico acadêmico?
A sensação de estar fazendo algo grandioso me acompanha a cada dia de trabalho no jornal. O buraco na rua, o escândalo político, a descoberta de um novo remédio... Procuro tratar toda notícia da mesma forma, com seriedade, pois sei que elas vão afetar a vida de alguém. Fico muito empolgada com o Projeto Londres, é uma cobertura especial, sem dúvida, mas a responsabilidade de ajudar a escrever a história da Comunicação do Amazonas é uma constante no ambiente da Redação. Todos os dias, para nós, é como se fosse uma Olimpíada.