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Equipe da TV A CRÍTICA realiza hoje primeira transmissão direto de Londres

Os repórteres farão entradas ao vivo direto do Big Ben, da Tower Bridge e do Millennium Wheel, durante o programa “TV A Crítica - Especial 40 anos” 02/06/2012 às 11:46
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Rui Silva, João Arthur, José Augusto e Camila Baranda foram os escolhidos para irem a Londres
Paulo Ricardo Oliveira Manaus

O ineditismo transmissão in loco dos Jogos Olímpicos de Londres pela TV A Crítica (Record) marca o início de uma nova era para a televisão local. Milimetricamente calculado para oferecer a melhor e mais ampla cobertura jornalística já levada a cabo pela Rede Calderaro de Comunicação (RCC) no que se refere a megaeventos, o Projeto Londres extrapola a tela e mexe com o orgulho dos amazonenses: não há uma afiliada da emissora do bispo Edir Macedo que tenha investido tanto na exibição da maior e mais celebrada competição esportiva do planeta como a televisão da família Calderaro.

E toda essa mega empreitada começa oficialmente, hoje, com a primeira transmissão (feita ao longo do programa “TV A Crítica - Especial 40 anos”) direto da terra da Rainha. A equipe que participará dessa grande cobertura fará entradas ao vivo do Big Ben, da Tower Bridge e do Millennium Wheel, por volta das 11h15 (horário de Manaus)

 Empolgado com o Projeto Londres, o diretor do Sistema A Crítica de Rádio e TV, Dissica Tomáz Calderaro, acredita que o resultado vai ser o melhor possível na tela de quem sintonizar o canal.

“O Projeto Londres foi bem pensado. Nós da RCC nos preparamos muito para esse momento especial da TV A Crítica. Fizemos os investimentos necessários em equipamentos de ponta, qualificação técnica para utilizá-los da forma mais eficiente e enviamos uma equipe de cobertura com intuito de oferecer a melhor imagem, o melhor ângulo da notícia,  matéria jornalística mais bem trabalhada. Essa cobertura vai ser um sucesso”, garante Dissica.

O Projeto Londres mobilizou funcionários e comandantes da TV A Crítica a pensarem e repensarem a forma e o conteúdo da programação. Decidido tudo na teoria parte-se para a prática. O grupo RCC já enviou a Londres parte do staff de cobertura do evento. Ao todo serão oito profissionais – técnicos, cinegrafista, apresentadores, repórteres, produtor, gerente de TI, fotógrafo – trabalhando dia e noite no QG da TV A Crítica, de endereço 58 Stround Green Road, London, uma casa de dois andares que funcionará como redação e dormitório.

Enquanto isso na Internet...
Enquanto a equipe de Londres manda o material “fresquinho” ao vivo, a página especial do Projeto Londres no portal acrítica.com, vai “bombar” o noticiário, repercutindo tudo que é notícia referente às Olimpíadas. No portal, o internauta vai ter acesso a não somente todo o material especial já publicado e produzido por televisão, jornal e portal, mas também um blog com a cobertura olímpica. O gerente do portal acrítica.com, Álvaro Corado, vai organizar sua equipe de forma a dar um bom destaque o conteúdo enviado da capital inglesa.

“Nossa ideia é disponibilizar para nosso internauta todo o conteúdo de áudio, vídeo e texto sobre as Olimpíadas de 2012. O legal é disso tudo é que vamos ter conteúdos extras que só estarão disponíveis no site”, explica o jornalista.

Álvaro acredita que o blog será um belo diferencial, uma vez que a equipe de cobertura vai poder compartilhar experiências marcantes do dia a dia de labuta.

“Nossa equipe em Londres vai contar, em um blog, detalhes dos bastidores dessa experiência. Coisas do tipo, a comida do dia a dia, as dificuldades de trabalhar em uma cidade estrangeira, enfim, eles vão falar muito dos bastidores dessa aventura”, diz o gerente do portal.

Com tecnologia de ponta
 Mas uma boa equipe de cobertura precisa de bons equipamentos. E nesse aspecto a RCC buscou o que há de melhor e mais eficiente no mercado, como  computadores da Apple, por exemplo. A empresa enviou a Londres 11 volumes de parafernália eletrônica, dentre as quais engenhocas de geração e transmissão de imagem que pretendem fazer a diferença na qualidade. Um deles é o File Transfer Protocolo (FTP), um software com capacidade de armazenar dados e que permite enviar arquivos com qualidade.

Outro equipamento que a equipe terá disponível em Londres é o TVU, outro software que permite a qualquer usuário criar seu próprio canal de TV online. Para isso, não é necessário nenhum item especial, basta usar plataformas Windows ou Linux e ter conexão banda larga à internet. O principal trunfo do TVU é a portabilidade, porque o usuário pode colocá-lo numa mochila e gerar material em áudio e vídeo de onde estiver com boa qualidade, até mesmo de sinal de celular. Coordenador técnico do Projeto Londres, Henrique Salazar, está com boa expectativa para as transmissões ao vivo.

“Nossa ideia é que, com o TVU, o sinal em HD chegue com qualidade’, afirma Salazar.

Dissica  Calderaro - Diretor-presidente do Sistema A Crítica de Rádio e TV

1  Essa transmissão ao vivo de Londres é um projeto ousado da TV A Critica. O que o motivou implementar esse projeto?

Nossa motivação é oferecer uma programação cada vez melhor aos amazonenses, com qualidade de áudio e vídeo e bom conteúdo jornalístico. Esse é nosso papel como empresa de televisão. No caso das Olimpíadas de Londres, eu lhe garanto que não há uma afiliada de Record (que detém os direitos de transmissão dos Jogos Olímpicos) que tenha investido tanto quando a gente. Isso muito nos orgulha.

Nós nos preparamos para esse momento. Pesquisamos sobre a tecnologia mais eficiente de geração e transmissão de dados, treinamos equipe, montamos uma sede em Londres.

 

2  Qual vai ser o foco da cobertura do evento e como o material vai chegar para o telespectador da TV A Crítica?
Pretendemos fazer uma cobertura de alto nível em todos os aspectos técnico e jornalístico. Para isso investimos em equipamento de ponta e treinamento de staff de cobertura. A partir da próxima quarta-feira teremos chamadas ao vivo, com entrevistados. A ideia é mostrar a preparação dos atletas, o clima na cidade olímpica, abordar questões econômicas, políticas, turismo, conversar com a delegação amazonense que vai a Londres, com os atletas, enfim, fazer um trabalho completo no sentido da informação.

3  O que o senhor espera desta primeira experiência em transmissão ao vivo de um megaevento esportivo?
 Espero que tudo dê certo. E vai dar. Embora seja a primeira vez que transmitiremos um evento dessa magnitude, nós fizemos tudo que deveríamos fazer aqui para chegar em Londres e só executar. Montamos o cenário de transmissão e testamos todos os equipamentos, simulando todas as situações aqui na TV. Tiramos tudo da tomada, encaixotamos e enviamos para Londres, Chegando lá é só ligar na tomada. Tivemos uma experiência boa na Copa da África do Sul, quando enviamos dois profissionais para cobrir o evento.