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Estreante no Amazonense, Tarumã quer se estabelecer e conquistar torcida de Borba

No entanto, para “fechar negócio”, falta o aval do prefeito eleito, conhecido como Baía (PSD) e a assinatura do convênio para oficializar a “adoção” do Lobo do Norte 27/12/2012 às 08:42
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Antônio Policarpo, presidente do Tarumã, diz que há tempo para se organizar
Jornal A Crítica Manaus

Estreante na Série A do Amazonense, o Tarumã vive a expectativa de se estabelecer em Borba (a 208 quilômetros de Manaus), conquistar a torcida local e mandar os jogos do Estadual naquele município. No entanto, para “fechar negócio”, falta o aval do prefeito eleito, conhecido como Baía (PSD) e a assinatura do convênio para oficializar a “adoção” do Lobo do Norte.

Conforme o atual presidente do clube, Antônio Policarpo Rios, ex-Rio Negro, a definição deve acontecer até sexta-feira.

“Há uma disposição do prefeito eleito em receber o Tarumã, mas isso demanda tempo para avaliar orçamento e condição de estrutura para treinos. Ficamos de acertar tudo até o fim de semana. Só podemos dizer que o negócio foi fechado a partir da assinatura do convênio”, explicou Policarpo.

O Tarumã faz a primeira partida da história profissional no dia 16 de fevereiro, contra o Fast Clube, em local ainda não definido. O mando de campo é do Lobo.

Sem elenco completo e muito menos comissão técnica estabelecida, sabe-se apenas que o perfil da equipe do Tarumã será jovem e o treinador local. “A gente só pode contratar jogadores e comissão técnica após a definição da estrutura de treinos e orçamento para bancar o time. A partir daí é que se conversa sobre contratações. Há muitos jogadores apalavrados conosco. Sobre o técnico, posso dizer que buscaremos aqui mesmo. O treinador mais próximo do Tarumã é o Sérgio Duarte, que já trabalhou conosco nos juniores”, admitiu o dirigente.