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Felipão aceita convite do Ministério do Esporte para trabalho de consultoria

De acordo com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o calendário e os locais das palestras vão ser acertados posteriormente, segundo a disponibilidade do treinador 25/09/2012 às 15:45
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Ministro Aldo Rebelo e Luiz Felipe Scolari
Acritica.com Manaus (AM)

O técnico pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, foi convidado pelo Ministério do Esporte para prestar serviço de consultoria, informal e voluntária, para o Programa Segundo Tempo. O objetivo é que o treinador faça palestras junto às crianças atendidas pela iniciativa, contando sua experiência no esporte e promovendo a Copa do Mundo.

De acordo com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o calendário e os locais das palestras vão ser acertados posteriormente, segundo a disponibilidade do treinador. “É uma honra receber a presença do técnico campeão mundial pelo Brasil e brasileiro, até o fim do ano, pelo Palmeiras, que aceitou o nosso convite. Já que vamos sediar a Copa do Mundo vamos valorizar o futebol para as futuras gerações que são as crianças”.

Felipão afirmou que não deve treinar nenhuma equipe, ou seleção em 2012, mas que no próximo ano deverá assumir algum compromisso. “Natural que até o fim do ano tenha mais disponibilidade de tempo, sem ser técnico, mas depois, no ano que vem, devo assumir algum trabalho, então, vamos selecionar algumas datas agora e outras no futuro”, disse Scolari, que completou demonstrando satisfação pelo convite, “já fui professor de educação física e as crianças me ensinaram muito e essa é mais uma oportunidade de estar envolvido com elas”.

Perguntados sobre a Seleção Brasileira, Aldo Rebelo e Luiz Felipe Scolari elogiaram o trabalho feito pelo atual treinador, mas, preferiram não comentar sobre o tema, respeitando a autonomia da CBF e o próprio Mano Menezes. Felipão disse ainda que não estava acompanhando a maioria das partidas da equipe canarinho por causa do trabalho anterior à frente do Palmeiras, mas ressaltou que as vaias são normais na vida de técnico de futebol. “Vocês não se lembram de como fui vaiado em 2002? O treinador tem que matar no peito, pôr no chão e seguir em frente”.