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Homem é assassinado à tiros na Zona Norte de Manaus

Apesar de família afirmar que vítima não tinha mais envolvimento com drogas, há suspeitas de que o crime tenha sido por acerto de contas 08/01/2012 às 15:03
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Local onde homem foi executado
Carolina Silva Manaus

Reginaldo Medeiros da Silva,  36, conhecido como “Cabeludo”,  foi morto com seis tiros, por volta de 19h40 desse sábado, 7, próximo da casa da irmã dele, no Beco Israel, no bairro Nossa Senhora de Fátima I, Zona Norte de Manaus. Segundo informações de testemunhas, Reginaldo e outro colega, cujo nome não foi revelado, estavam sentados em frente à garagem de uma residência,  aproximadamente 3 metros de distância da casa da irmã, que  não quis se identificar, quando  dois homens desconhecidos, desceram de um carro modelo  Gol, de cor vermelha, e efetuaram os disparos apenas contra Reginaldo. 

 Os vizinhos relataram que ao todo foram oito disparos, mas seis  tiros atingiram a perna, o braço  e a cabeça da vítima que morreu  na hora. Um dos moradores disse que três homens  pararam o  carro na esquina do Beco Israel,  na Rua 253 e enquanto um deles  ficou esperando dentro do veículo, os outros dois que estavam armados foram em direção a Reginaldo e atiraram. “Eles falaram pro outro colega dele correr e em seguida começaram a atirar e depois foram embora no  carro”, informou o morador.

 Até a manhã deste domingo, os moradores do Beco Israel não tinham  informações do paradeiro do outro rapaz que estava com Reginaldo. Conforme os vizinhos, a  vítima, que estava desempregada há alguns meses, sempre ficava por ali já que morava sozinho numa rua paralela ao Beco e sua irmã morava próximo.

 A irmã de Reginaldo, que mora  no Beco onde ele morreu, disse  que o irmão já tinha sido preso  por porte de drogas e garantiu  que ele não estava mais envolvido  com o tráfico. Já outro familiar da vítima acredita que o crime  tenha sido motivado pelo envolvimento dele com drogas.

 Outra irmã de Reginaldo disse  que a última vez em que falou  com o irmão, há duas semanas atrás, ele não comentou nada  sobre ameaças de morte. O crime foi registrado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).