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Hora de manter a calma na decisão entre Fast e Rio Negro

A maior dor de cabeça do técnico Paulo Morgado é justamente a falta de competência em empurrar a bola ao gol. No Rio Negro, o técnico Iane Geber tem o mesmo problema de falha de pontaria no ataque 04/05/2012 às 08:33
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A maior dor de cabeça do técnico Paulo Morgado é justamente a falta de competência em empurrar a bola ao gol. No Rio Negro, o técnico Iane Geber tem o mesmo problema de falha de pontaria no ataque
jornal a crítica ---

O item finalização tem sido um tormento para o Fast Clube no Estadual de 2012. A maior dor de cabeça do técnico Paulo Morgado é justamente a falta de competência em empurrar a bola ao gol. Assim tem sido nos jogos: o Tricolor de Aço cria muitas chances, mas desperdiça quase todas. 

“Falta qualidade na hora da finalização. Mas isso acontece desde o primeiro turno. Eu pedi da diretoria para contratar um atacante, mas não aconteceu”, explica Morgado, que deve escalar a dupla Alexsandro BA e Joinner no jogo de volta das semifinais contra o Rio Negro.

“Acho que está havendo muita ansiedade na hora de finalizar. Temos que ter mais tranquilidade”, afirmou o atacante BA, que não marca há quatro partidas.

No Rio Negro, o técnico Iane Geber tem o mesmo problema de falha de pontaria no ataque. Mas o treinador tem uma dificuldade ainda maior: a falta de atacantes no banco. Mas com Edinho Canutama recuperado de lesão, Delciney e Maranhão, Iane deve ter três jogadores na frente buscando o gol.

“Pecamos muito na finalização no primeiro jogo. Treinamos essa semana chutes a gol à exaustão. Agora é só botar em prática o que treinamos”, afirmou Iane.