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Iane Geber diz que Galo não tem banco e reza todos os dias para jogadores não se machucarem

Técnico que levou o Rio Negro às semifinais do segundo turno diz que não tem peças de reposição e se vê obrigado a improvisar quando alguem precisa sair 30/04/2012 às 14:06
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Iane levou o Rio Negro á semifinal do segundo turno do Amazonense
Carlos Eduardo Souza Manaus (AM)

Quando o técnico Iane Geber escala o time titular do Rio Negro, o torcedor pode esperar uma boa atuação. Mas quando sai algum jogador por motivo de cartão ou contusão, o jeito é rezar para o improviso dar certo.

“Não tenho peças de reposição. Se alguém cai no campo começo a rezar pra ele voltar e não desfalcar o time. No jogo com o Fast o Smith e o Edinho se machucaram e eu olhava para o banco e não tina um substituto. Mas vamos assim mesmo jogando e rezando para dar tudo certo”, disse Iane Geber Jamel.

Pelo menos o treinador terá uma semana para recuperar o time que enfrenta o Fast Clube na segunda partida da semifinal, no domingo, dia 06, no Estádio do SESI. Iane vai contar com o lateral Franco, que cumpriu suspensão automática pelo terceiro cartão. Ele entra na vaga de Caio Paulista, que, enquanto esteve em campo, deu conta do recado e marcou bem o atacante Lacraia, do Fast Clube.

Iane diz que preparou o espírito do time no sentido de não levar cartão amarelo. Segundo ele, no Rio Negro é proibido levar cartão, principalmente por reclamação.

“Eu nunca vi um árbitro marcar uma falta e voltar atrás. Então eu digo a eles que não reclamem e que deixe para receber um cartão se for preciso fazer uma falta que impeça um gol do adversário”, afirmou Iane.

No jogo com o Fast, quando empatou em 0 a 0, o único cartão foi para o atacante Edinho, que reclamou com a assistente Anne Kezy Gomes de Sá.