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Jogadores de Paintball preparam time para defender o Estado em 2013

Pelo menos 12 pessoas se reúnem todos os domingos na Tribo Radical, Zona Oeste, onde treinam no formato R. A. que simula com combate real 17/02/2012 às 11:03
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Jogadores formam time de paintball em Manaus
Lorenna Serrão Manaus

Roupa de militar, “armas”, estratégias policiais e máscaras. Calma! Não vamos falar de nenhuma grande ação de guerra. Isso tudo faz parte da preparação de pelo menos 12 jogadores do Amazonas que resolveram levar a brincadeira a sério e montaram um time de Paintball para defender o Estado em disputas nacionais, a partir de 2013.

A equipe, que começou a treinar há cerca de um mês, se reúne todos os domingos, na Tribo Radical, Santo Antonio, Zona Oeste de Manaus.

“A ideia de formar um time surgiu porque nós queremos levar esta modalidade para outro patamar e vamos mostrar que o Paintball é um esporte sério, por isso estamos preparando estatuto e normas, vai ser como se fosse um clube”, comentou o jogador Thiago Leite – que sede o espaço para a realização dos treinamentos.

As competições de Paintball geralmente acontecem de duas maneiras: Em um cenário, que sempre remete a uma situação real, ou em uma arena fechada, onde os competidores passam por obstáculos infláveis, pegam a bandeira que representa o seu grupo e voltam para a base.

O time do Amazonas está se especializando no formado R. A. (Real Action), simulação de combate real, que remete aos treinamentos de guerra e busca a disciplina, por isso os jogadores usam roupas de militares para praticar.

“Este é um formato bacana, pois simula uma guerra, é como se fosse um vídeo game da vida real, portanto quem quer participar precisa encarar tudo com seriedade e por conta disso, nós não devemos atuar em nenhuma competição fora do Amazonas este ano, é preciso estar bem preparado para poder entrar em um torneio”, pontuou Leite.

Ainda segundo Thiago, este ano o grupo pretende participar do CPPR, evento que envolve cerca de 150 pessoas em uma partida de paintball, em São Paulo.

“O que acontece no CPPR é bem legal, muitas pessoas brincando juntas e para nós servirá de teste, mas até agora não tem nada certo ainda”, concluiu.