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Juninho encara Sport no retiro, no Brasileirão 2012

Após 13 anos ‘reizinho’ volta a duelar com seu ‘time de berço’, sendo que o capitão do Vasco nunca venceu o rubro-negro 08/08/2012 às 12:39
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Juninho está confiante de vencer fora de casa
Jornal A Crítica Manaus (AM)

Ele carrega em seu nome “artístico” o local onde nasceu. Mas seus conterrâneos não o assistem ao vivo há mais de dez anos. O reencontro de Juninho Pernambucano com o Recife será nesta quarta-feira (8), quando o Vasco enfrenta o Sport, clube que o revelou. Aos 37 anos, ele voltará a atuar no local de seu nascimento para o futebol, a Ilha do Retiro, o que não acontecia desde 1999.

A última vez que Juninho enfrentou o Sport foi em um empate por 0 a 0, em 25 de julho. Já a última partida no Recife foi em 29 de julho de 2000, em outro empate, só que dessa vez com o Santa Cruz: 1 a 1 no Estádio do Arruda.

No fim daquela temporada, ele deixou São Januário rumo ao Lyon, da França, retornando ao Brasil somente em 2011 para defender novamente o clube cruzmaltino.

Berço e algoz

Juninho jogou contra o Sport quatro vezes, todas pelo Vasco, sem nunca conquistar uma vitória. Foram três triunfos do Rubro-negro pernambucano e um empate.

O meia marcou um gol sobre a equipe que o revelou na derrota por 2 a 1, no Rio de Janeiro, em 1996.

No momento da renovação de seu contrato com o Vasco, em junho, Juninho admitiu que o fato de voltar a jogar no Recife era uma grande motivação para adiar a aposentadoria, apesar do desgaste de concentração e viagens ao longo da temporada.

Filho pródigo

Depois de jogar na Ilha do Retiro hoje, ele retornará a Pernambuco para enfrentar o Náutico, no dia 5 de setembro, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Segundo ele, essa é uma oportunidade de revisitar o Recife.

“Concentração não é algo agradável para mim. Não vejo essa necessidade e em que vai me ajudar ficar dois dias num quarto de hotel antes de uma partida. Até porque em casa, antes de um jogo, mantenho a rotina da concentração. Mas é a nossa cultura. E também não é isso que vai me fazer parar agora. Por exemplo, vou ter a oportunidade de jogar duas vezes no Recife e espero conseguir. Tem esse lado. Além disso, neste ano não tem a Copa Sul-Americana, o que diminui muito o desgaste com jogos e viagens”, disse ele.