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Médicos decidem paralisar atividades no AM a partir da próxima segunda

Entre as reivindicações está a conclusão do enquadramento do Plano de Carreiras, Salários e Vencimentos (PCSV) da Secretaria de Estado de Saúde (Susam) e o reajuste dos pisos salariais do Estado e do Município 13/01/2012 às 00:37
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Unidades que prestam serviços essenciais não devem parar atendimento
Leandro Tapajós Manaus

O Sindicato dos Médicos do Amazonas (Simeam) confirmou durante assembleia na noite desta quinta-feira(12), que a categoria vai paralisar as atividades a partir da próxima segunda-feira (16), no Amazonas. A greve só não deve afetar as unidades onde são realizados serviços essenciais, que atendem casos de urgência e emergência.

Entre as reivindicações está a conclusão do enquadramento do Plano de Carreiras, Salários e Vencimentos (PCSV) da Secretaria de Estado de Saúde (Susam) e o reajuste dos pisos salariais do Estado e do Município. A proposta da categoria é que os médicos que trabalham no Amazonas passem a ganhar o equivalente ao piso nacional, R$ 9.188,22 mensais por 20 horas/semanais. “Alguns médicos com especializações estão deixando de receber os direitos previstos no PSCV. Nós queremos também melhorias de condições de trabalho, de assistência e solução de alguns problemas que comprometem também a saúde nos pacientes”, disse presidente do Simeam, o médico Mário Vianna.

Na segunda-feira, os médicos se reúnem a partir das 9h no auditório Doutor Zerbini, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Amazonas (Ufam),no bairro Praça 14 de Janeiro, Zona Centro-Sul de Manaus para distribuir as tarefas.

Segundo Vianna, a maternidade Moura Tapajóz e o Samu também devem aderir, mas sem parar o atendimento. Eles apresentaram pautas com as reivindicações. As denúncias que motivaram a greve partiram de médicos e pacientes por meio da Ouvidoria do sindicato, conta Vianna.

A assessoria de imprensa da Susam informou que só deve se pronunciar sobre a paralisação nesta sexta-feira, data em que o sindicato fará o comunicado oficial da greve aos órgãos competentes.