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Nacional mantém hegemonia nas divisões de base do Futebol Amazonense

No Infantil, o Leão da Vila goleou o ASA por 5 a 1 no sábado pela manhã jogando no CT Barbosa Filho. No Juvenil, não teve dificuldades para vencer o Libermorro por 2 a 0 10/09/2012 às 09:07
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Nacional mostra força e emplaca times nas decisões dos Estaduais Juvenil e Infantil
Carlos Eduardo Souza Manaus

O Nacional mantém a hegemonia nas divisões de base do Futebol Amazonense e chega às finais do Campeonato Estadual Infantil e Juvenil, depois de vencer o Asa e o Libermorro, respectivamente.

No Infantil, o Nacional goleou o ASA por 5 a 1 no sábado pela manhã jogando no CT Barbosa Filho. No primeiro jogo o Naça venceu por 6 a 0. A final vai ser contra o Rio Negro, que venceu o Libermorro nos pênaltis por 2 a 1, depois de empatar no tempo normal em 0 a 0. No primeiro jogo Rio Negro e Libermorro empataram em 2 a 2.

No Juvenil, o Nacional não teve dificuldades para vencer o Libermorro por 2 a 0. O time inclusive utilizou oito atletas considerados reservas, porque a vantagem do Nacional era de seis gols, frutos de uma goleada de 8 a 2 no jogo de ida das semifinais do 1º Turno.

A final será contra o América, que despachou o Penarol nos pênaltis, depois de vencer por 2 a 1 no tempo normal. No primeiro jogo, em Itacoatiara, o Penarol venceu por 1 a 0.

Os jogos de ida das finais vão ser no próximo sábado, em local a ser definido amanhã pela Federação Amazonense de Futebol (FAF).

Técnico em campo
Chegar a uma final nas divisões de base para o Nacional não é novidade, pois o clube é o maior vencedor em todas as categorias, mas chegar a uma final sob o comando do atacante Robson Garanha, 35, no comando do time, a história muda.

Garanha ainda nem encerrou a carreira e pretende jogar o Estadual do ano que vem com a camisa do Nacional, para fazer parte do time, no ano do centenário do clube azulino.

O técnico-jogador disse que enfrentou algumas barreiras, mas que encontrou um bom time para trabalhar. Segundo ele, o fato de fazer um trabalho profissional deixou algumas pessoas magoadas. “No meu time, para ser titular, tem que merecer. Um pai ficou chateado acabou levando o filho e mais seis jogadores para o Fast Clube. No primeiro jogo fiquei com 13 jogadores apenas”, disse Garanha.

Centenário
Sobre o futuro como técnico, Robson Garanha voltou a afirmar que quer fazer parte do elenco nacionalino no ano do centenário, mas que está gostando da nova função. “A diferença é que não preciso mais correr. Tenho de usar a garganta. Estou gostando porque o time é bom e isso ajuda muito”.

Continuar do lado de fora dos campos após 2012, no entanto, é um projeto que ele pretende executar. “Mas vou pegar maior experiência antes de assumir um time profissional”, afirmou.

Garanha começou a carreira no Fast Clube no início da década de 1990, quando ainda era joaga na categoria infantil.

Depois foi para o Nacional, juntamente com seu irmão, Rogério. O jogador ainda atuou pelo São Raimundo e Goiás, antes de retornar ao Nacional, onde pretende encerrar a carreira no final do ano que vem.