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Parte da equipe brasileira paralímpica que brilhou em Londres, desembarca em Manaus

Principais referências do país, Alan Fonteles, Terezinha Guilhermina, Lucas Prado e Edênia Garcia, medalhistas das Paralimpíadas de Londres, estão na cidade 21/03/2013 às 08:12
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Estrelas abriram programação do Circuito de Atletismo
Lorenna Serrão ---

Em ótima fase, o paradesporto brasileiro é motivo de orgulho a todos aqueles que acompanham de perto as conquistas dos nossos heróis, que a cada competição deixam claro que não existem limitações para quem tem amor ao esporte. Principais referências do país, Alan Fonteles, Terezinha Guilhermina, Lucas Prado e Edênia Garcia, medalhistas das Paralimpíadas de Londres, desembarcaram nesta quarta-feira (20), na capital amazonense, e em conversa com CRAQUE falaram sobre a força dos paratletas nacionais. “Graças aos patrocinadores que apoiam e dão ótimas condições para os treinamentos, os atletas brasileiros estão mais profissionais e por isso o nosso paradesporto virou referência e está em constante crescimento”, disse Terezinha Guilhermina - medalha de ouro nos 100m e 200m em Londres.

Edênia Garcia, prata nos 50m costas dos Jogos Paralímpicos de 2012, disse que está ansiosa pelos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. “Todo atleta sonha em disputar uma grande competição em casa, com o apoio da torcida, e eu não vejo a hora de isso acontecer. O Brasil é o País do esporte e acredito que até em 2016 o paradesporto vai crescer ainda mais”, comentou Edênia.

Inspirado em Robson Caetano, Alan Fonteles, começou a correr aos 8 anos e agora com 20 anos é um dos principais talentos jovens do Brasil. “Quis ser atleta depois que assisti um vídeo do Robson Caetano. Desde o início eu sempre acreditei que me tornaria um atleta de sucesso”, pontuou o medalha de ouro nos 200m dos Paralímpicos de Londres.

Lucas Prado acredita que os paratletas do Brasil são muito fortes e por isso sempre alcançam ótimos resultados em disputas internacionais. “O atletismo ‘cego’ cresceu muito no Brasil e a cada dia ganha ainda mais força. Tenho certeza que em 2016 teremos excelentes resultados e várias medalhas de ouro, afinal estaremos em casa e não teremos problemas com o fuso-horário e com a alimentação”, finalizou Prado que abocanhou duas medalhas de prata em Londres, no ano passado.