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Que venha o Brasil: Seleção do Haiti treina na Colina visando amistoso com Brasil olímpico

Equipe do Haiti fez treino leve no estádio Ismael Benigno no início da noite deste domingo (11) em preparação para duelo com o time canarinho. De acordo com o técnico do selecionado haitiano, preocupação é com toda equipe do Brasil 11/10/2015 às 22:27
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Jogadores do Haiti treinaram no estádio da Colina
Denir Simplício Manaus (AM)

O técnico da Seleção do Haiti, Marc Collat, conversou por um bom tempo com seus comandados antes de executar treino leve na noite deste domingo (11), no estádio da Colina. O ex-zagueiro francês comentou que não teme o calor de Manaus, pois sua equipe está acostumada com o clima tropical. No entanto, confirmou que deve se preocupar com todos os atletas da Seleção Brasileira.

O francês de 65 anos afirmou que conhece pouco dos atletas do time Sub-23 do Brasil. Mas alertou seus atletas quanto ao jogo coletivo do Brasil. Collat apontou que o ataque brasileiro é sempre perigoso. Principalmente com os atacantes, tradicionalmente perigosos seja na seleção principal ou nas inferiores.


“Por acompanhar mais de perto o futebol francês, conheço os defensores, que são muito bons”, afirmou Collat, se referindo ao zagueiro Dória, que teve passagem pelo Olympique de Marselha e hoje atua no Granada, da Espanha. Em relação a sua equipe, Collat deve definir os titulares somente antes da partida desta noite, na Arena da Amazônia.   


A equipe comandada pelo francês Marc Collat treinou por cerca de uma hora e meia na Colina. Depois do aquecimento, os 16 atletas no gramado fizeram um treino recreativo - o famoso rachão em campo reduzido. Destaque para o atacante Duckens Nazon. O atacante de 21 anos atua no Laval Mayenne, da França, e é uma das opções de Collat para tentar surpreender o Brasil no amistoso desta noite na Arena da Amazônia.

Ao fim dos trabalhos o lateral-direito Jean Sony Alcenat, único dos atletas haitianos a arriscar o português, comentou sobre o jogo de logo mais. “Vamos fazer um bom jogo com time olímpico do Brasil. Conheço pouco dos jogadores do time Sub-23 do Brasil. Conheço mais os que jogam no time principal, mas isso é futebol e esperamos jogar bem”, disse o jogador, que atua no Steua Bucareste, da Romênia, ao lado do brasileiro Guilherme Sityá.