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Triatletas ‘invadem’ a Ponta Negra, em Manaus

Foi realizado na manhã deste sábado (18), no complexo da Ponta Negra, a 3º etapa da Copa Brasil de Sprint Triathlon. A prova foi dominada por atletas de outros estados. Jessica Santos chegou em segundo e segue firme para as outras etapas a serem realizadas até o fim do ano. 18/08/2012 às 16:04
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3º etapa da Copa Brasil de Sprint e Triathlon na Ponta Negra
acritica.com Manaus

Cento e cinquenta triatletas de 17 estados desafiaram o forte calor de Manaus na 3ª etapa da Copa Brasil de Sprint Triathlon realizada neste sábado (18). O evento  foi realizado no Complexo da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

Na prova, o domínio foi dos atletas de fora do Amazonas. No geral masculino, o vencedor foi o goiano Matheus Diniz, que faturou a prova com o tempo de 59min03s. No feminino, a melhor colocada foi a paulista Beatriz Neres (1h07min24s). Entre os amazonenses, Jéssica Santos teve o melhor desempenho. A bicampeã mundial de aquatlon fechou a prova na segunda colocação com o tempo de 1h07min53s. No masculino, o melhor amazonense foi Jeremias Santos, sexto colocado geral com o tempo de 1h0min23s.

Revelação do triathlon nacional, Matheus Diniz, de apenas 21 anos, teve que superar o clima amazônico para conseguir a vitória. “Treino em Goiânia e lá o clima é muito seco, ao contrário de Manaus que é quente e úmido. Além disso, fiquei dois meses parado por causa de uma contusão e voltar com uma vitória é gratificante”, disse Diniz.

Estreante em provas de triathlon em Manaus, Beatriz Neres também sentiu dificuldades com o calor, mas superou as adversidades com força de vontade. “Não fui muito bem na natação, sai da água um pouco atrás, mas fui bem no pedal e na corrida e consegui vencer a prova. Agora é pensar em competições futuras como o Mundial na Nova Zelândia e a sequência da Copa Brasil”, afirmou a triatleta paulista.

Competindo em casa, Jéssica Santos confirmou a boa fase. Nas duas primeiras etapas da Copa Brasil de Sprint Triathlon ela havia conseguido a primeira e segunda colocação e com o segundo lugar na etapa de Manaus ela mostra que está pronta para conseguir bons resultados no triathlon fora do País. “Até o final do ano ainda vou disputar o Mundial na Nova Zelândia, o Íbero-Americano e também competições de aquatlon (natação e corrida)”, afirmou a triatleta que sentiu neste sábado a pressão de competir em casa. “Foi uma sensação diferente. A todo o momento as pessoas gritavam meu nome, me apoiavam e isso as vezes até me desconcentrava um pouco. Mas é muito melhor do que competir lá fora, sem ninguém apoiando”, finalizou Jessica.